Segundo a denúncia, depois de visitas de representantes do Juizado de Infância e Juventude e do Sindipúblicos, os servidores passaram a ser interrogados pelo Núcleo de Inteligência do Iases. As inspeções detectaram inúmeros problemas gerenciais na unidade e nas instalações físicas.
Os servidores denunciaram que foram ameaçados de demissão e rescisão de contrato pela gerência do instituto, sob a alegação de que se houvesse motim ou rebelião eles seriam os únicos responsáveis, o que ensejaria as exonerações, seja de servidores efetivos ou temporários.
Além do assédio moral, o sindicato considera a prática denunciada antissindical.
Para o Sindipúblicos, o Estado, em vez de resolver o problema crônico da socioeducação, promove perseguição a servidores que estão comprometidos com o cumprimento às normas legais do sistema socioeducativo.