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Empreender

Contrariando as diversas expectativas negativas relacionadas para o ano de 2016, especialistas apontam este, como sendo o ano para investir em projetos empreendedores.
 
Parece ser um caminho, pois, com o desemprego aumentando (1,7 milhões de desempregados em 2015 – Pesquisa Mensal de Emprego), encerrando milhares de postos formais de trabalho, é preciso inovar, ousar e traçar novas alternativas que garantam o sustento pessoal e familiar.
 
Nessa direção, algumas arestas precisam ser aparadas antes. Primeiramente, entender que não basta ter uma boa ideia para um negócio, é imprescindível que antes de se lançar na ação faça o dever de casa, com uma pesquisa de mercado – que pode começar observando se o que você pretende oferecer terá boa aceitação. Caso não tenha uma ideia, pode observar e pesquisar o que os vizinhos no bairro, os amigos e familiares costumam precisar e não encontram no mercado ou o que identificou como oportunidade durante a sua atuação profissional.
 
É melhor identificar antes da implantação se tem capacidade técnica e gerencial necessárias para “tocar” o negócio. Admitir a falta de algumas habilidades e competências é louvável, o principal é não se acomodar e partir em busca de qualificação/capacitação para desenvolvê-las, entendendo que essa capacitação será continuada, para garantir o diferencial do negócio.
 
Na identificação do seu nicho de mercado, o ideal é que seja numa área que, efetivamente lhe dá prazer e, de preferência, que seja fruto de sua bagagem profissional, aí será a hora de partir para o planejamento, traçando o plano de negócio.
 
A partir desta fase, procurar instituições, a exemplo do SEBRAE, e/ou especialistas da área, representa uma boa opção para minimizar riscos do negócio.
 
O prazer na área do negócio escolhido serve como combustível, como motivação e sustentação, que fará a diferença para a fase em que ele estiver “maturando” e, juntamente com as reservas financeiras, a expertise, a educação continuada e a rede de relacionamento adquirida durante a carreira profissional, serão imprescindíveis para alcançar o sucesso, servindo também como prevenção à desistência e ao insucesso do negócio.
 
Segundo a Confederação Nacional de Bens, de Serviços e Turismo, através do empresômetro MPE, 677.218 micro e pequenas empresas foram fechadas no Brasil em 2015, considerado um recorde.
 
Como citamos em artigos anteriores, se for possível, o ideal é manter o emprego formal, montar o negócio e ficar um tempo nessa dupla jornada de trabalho, a fim de poder testá-lo e até que engrene, visando não comprometer a família, mas se está desempregado, ficam as dicas.
 
Na crise vislumbre as oportunidades, prepare-se e siga em frente!


Ivana Medeiros Zon, Assistente Social, especialista em Saúde da Família e em Saúde Pública,Educadora Financeira, membro da ABEF – Associação Brasileira de Educação Financeira, palestrante, consultora, colunista do Portal EduFin www.edufin.com.br

https://sites.google.com/site/saudefinanceiraivanamzon/

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