Seculo

 

Lições do futebol


24/10/2016 às 17:31
De vez em quando assisto a algum jogo da Champions League na TV. Além do jogo em si, sempre com grandes e ricas equipes da Europa, gosto e analiso a organização do evento.
 
Deve ter muita gente que vê essas transmissões. É bom ver desde quando os jogadores daquela partida entram em campo para o aquecimento e depois retornam para os vestiários. A TV, que é da própria Champions, vai mostrando detalhes dos torcedores nas arquibancadas, geralmente lotadas.
 
É muito bom ver os jogadores perfilados lado a lado ainda no corredor de saído para o gramado. Ali eles trocam cumprimentos, uns ficam falando com as crianças, que vão entrar de mãos dados com eles, organizadamente.
 
As crianças, essas, se a gente prestar atenção vai perceber como elas olham com admiração para aqueles jogadores. Uns, mais sensíveis, conversam com eles e elas retribuem a conversa parecendo gente grande. É ate emocionante.
 
No ultimo jogo que vi, na hora de entrar onde o juiz da partida pega a bola, que fica exposta em uma mesa, este juiz a pegou e entregou a criança que entrava com ele. Atitudes bonitas, simpáticas num mundo cada vez mais cruel, egoísta e subhumanitário.
 
Depois vem o jogo em si. Assistimos jogadas de todo jeito, com craques que custam uma fortuna no mundo do futebol. Jogadas ríspidas, de efeito, ensaiadas, de improviso, gols. Um verdadeiro espetáculo.
 
Enquanto isso aqui no Brasil, o futebol vai de mal a pior, com uma CBF mafiosa, com seus tribunais desportivos dirigidos por pérfidos dirigentes. Um futebol que é jogado no tapetão e não nos gramados, fazendo a gente, que quer torcer, desgostar do que vê e desistir de acompanhar. Uma lástima
 
PARABÓLICAS
 
Outro dia prestava atenção em Eduardo Santos no seu programa. Dudu é um dos melhores do Brasil na sua função. Falei e disse.
 
Algumas das mulheres que atuam na GloboNews, seja na reportagem (aquelas que tem de falar muito) ou nos comentário do estúdio, não podiam ser tão partidárias.
 
Existe secretário de Comunicação que gosta de aparecer, outros que gostam de política e outros que apenas trabalham, discretamente e com eficiência. É o caso de Andréia Lopes
 
Uma nova executiva de contas na praça (e boa, por sinal). Ela atende pelo nome de Mariana DeMarchi. Decidida e inteligente
 
MENSAGEM FINAL
 
A opinião pública é uma amante ocasional: procura-se agradá-la sem ter por ela nenhuma consideração. Julies Petit-Senn

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