Seculo

 

Moradores do Centro, trabalhadores e funcionários do Banco do Brasil fazem ato contra a reestruturação


10/01/2017 às 18:42
O Banco do Brasil da Praça Pio XII, no Centro de Vitória, ficou paralisado até as 10h30 nesta terça-feira (10) por causa do Dia de Luta contra a Reestruturação do Banco do Brasil. Realizado pelo Sindicato dos Bancários do Estado (Sindibancários-ES), o ato uniu trabalhadores, clientes e a sociedade civil organizada. Durante a manifestação, foram colhidas assinaturas contra o fechamento das agências Rio Branco, na Praia do Canto; e Moscoso, no Parque Moscoso. Além disso, o microfone esteve aberto para quem quisesse falar dos impactos da reestruturação no cotidiano das comunidades.

Estiveram presentes representantes da Associação de Moradores do Centro de Vitória (Amacentro) e um representante sindical dos empregados da Vale. O Movimento de Pequenos Agricultores (MPA) não pôde estar presente, mas fez questão de entrar em contato para dizer que apoia as mobilizações.

“Não queremos nem um direito a menos. A reestruturação reduz postos de trabalho nos bancos e afetará negativamente também os agricultores e agricultoras, pois o Banco do Brasil é um dos principais agentes de liberação de crédito para a agricultura familiar e camponesa. O desmonte da instituição financeira dificultará o acesso a esse crédito”, afirma um dos integrantes do Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), Leomar Lírio.

A diretora do Sindibancários, Goretti Barone, destaca que a luta vai além de querer impedir o fechamento das agências. “O ato tem a ver com a manutenção das agências, mas também com a defesa do patrimônio público, do Banco do Brasil enquanto agente de políticas públicas, dos direitos dos trabalhadores e da importância de se organizar coletivamente”, diz.

Na ocasião foi entregue ao superintendente do Banco do Brasil um documento contendo o abaixo assinado contra o fechamento das agências Moscoso e Rio Branco, cujas assinaturas vêm sido colhidas há cerca de um mês pelos diretores do Sindibancários com apoio de moradores, comerciantes e associações comunitárias de ambos os bairros.

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