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PCdoB empossa Givaldo na Presidência e pode eleger dois estaduais e um federal


16/05/2018 às 15:21
O deputado federal Givaldo Vieira toma possa como presidente do PCdoB estadual no próximo dia 26, mas já está comandando os movimentos do partido, que nas eleições de outubro deste ano espera eleger dois deputados estaduais e ter sua reeleição garantida. 
 
Neste sábado (19) será realizada a conferência estadual do partido, na Câmara de Vila Velha, para debater as estratégias das eleições. Os membros dos diretórios municipais escolherão, também, os delegados para o Congresso Estadual do partido, no próximo dia 26, quando Givaldo será empossado na Presidência. 
 
Em reunião de trabalho realizada nessa terça-feira (14) foram apresentados vários dos 60 pré-candidatos a deputado estadual e 13 dos cocorrentes à Câmara Federal. Entre eles, o ex-vice-prefeito de Colatina Cirilo de Tarso, o suplente de deputado estadual Siegmund Berger, de Afonso Claúdio, e o ex-presidente da Câmara de Vitória, Namy Chequer. 
 
“Estamos trabalhando para aumentar o número de mulheres nos espaços de poder e já temos 18 pré-candidatas a deputada estadual”, afirmou o deputado Givaldo Vieira, destacando o perfil dos pré-candidatos, entre ex-vereadores, artistas, lideranças comunitárias, sindicalistas e militantes de movimentos sociais do campo e da cidade. 
 
Depois de 29 anos, o deputado federal Givaldo Vieira deixou o PT no dia 16 de março, quando anunciou sua filiação ao PCdoB, em ato público realizado em frente ao teatro da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
  
O evento foi prestigiado pela presidenciável Manuela D’Ávila, que comemorou a filiação de Givaldo nas redes sociais, da presidente nacional do partido, Luciana Santos, e da deputada federal pelo Rio de Janeiro, Jandira Feghali.
 
Manuela D’Avila afirmou que a filiação de Givaldo representa importante contribuição às fileiras militantes da legenda. Em sua fala, registrada em vídeo nas redes sociais, disse que "Givaldo esteve à frente no Espírito Santo na denúncia do golpe que o Brasil viveu no ano de 2016 e certamente continuará denunciando esse golpe”.
 
O deputado deixou o PT quando começou a se sentir sem espaço, a partir da derrota nas eleições para o comando do partido no Estado, em abril de 2017. Integrante de um grupo contrário à permanência do partido no governo Paulo Hartung, o deputado denunciou manobra na disputa para atender aos interesses do atual presidente da sigla, João Coser, candidato a deputado federal.

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