Seculo

 

A espera


09/07/2018 às 17:44
Estava um dia esperando a hora de um apontamento na Caixa Econômica. Tarefa para ter muita paciência. Enquanto a hora não chegava, resolvi escrever uma crônica. Isto é, esperar minha vez fazendo algo útil. Mas escrever o que, assim, de repente?
 
Pensei em escrever sobre o futebol, porque era uma segunda feira de um domingo de jogos da Copa do Mundo, mas não, não seria bom assunto. Falar dos desmazelos do governo Temer, cheio de denúncias, também não.
 
Escrever do que se esperar sobre as eleições deste ano, o policiamento das fakes news, de como os órgãos de comunicação irão lidar com os candidatos. Ainda é um pouco cedo, mas haverá alguma novidade e, portanto, nada a comentar ainda. Discorrer sobre a cobertura da Copa, também seria um assunto enfadonho. A Copa nem acabou e já estamos saturados de informações sobre futebol
 
Enquanto pensava no que escrever, ficava rabiscando e os minutos passando. Vi que chegaria a um bom tamanho de crônica se tivesse que escrever sobre os assuntos atuais que mexem com os brasileiros. Ah! A mudança de tempo poderia ser, já que entramos no inverno e o calor apertou.
 
Enfim, nada me convenceu a escrever enquanto esperava minha vez de ser atendido. Consegui fazer o tempo passar, imaginando o que poderia ser tema de uma crônica, enquanto esperava. Respirei fundo quando fui chamado. Mas só essa espera merecia uma crônica, a de ver como as pessoas se comportam quando esperam um atendimento nesses órgãos.
 
PARABÓLICAS
 
Carlos Tourinho ministra aula para o Laboratório de Jornalismo da Universidade Vila Velha (UVV). Os alunos estão gostando.
 
Amaro Neto (PRB), candidato nessas eleições, ou ao Senado ou à Câmara Federal, parou de fazer seu programa na TV Vitória por conta. 
 
Muito bom a gente ter novamente a convivência sadia do colega Jair Oliveira, que esteve hospitalizado recentemente.
 
O nosso preclaro Reubber Dirr foi um dos responsáveis pelo livro que estamos lançando. Inclusive tem uma copia há muito tempo.
 
MENSAGEM FINAL
Os esquimós têm 52 nomes para a neve, porque ela é muito importante para eles; nós deveríamos ter outros tantos nomes para o amor. Margaret Atwood
 

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