Familias verdadeiras são formadas por amor.

familia(1)Em reunião tumultuada, a comissão que discute o Estatuto da Família aprovou nesta quinta-feira (24) o texto principal do projeto que define família como união entre homem e mulher. A comissão aprovou o relatório por 17 votos favoráveis e 5 contrários.

Após a conclusão da votação, a regra é que o projeto siga para o Senado sem necessidade de ser votado pelo plenário da Câmara. Deputados podem, entretanto, apresentar recurso para pedir que o texto seja votado pelo plenário antes de ir para o Senado. A deputada Érika Kokay (PT-DF), contrária ao projeto, já adiantou que fará isso e argumentou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu favoravelmente à união homoafetiva, e que o projeto vai negar, a esse tipo de união, o direito a uma especial proteção do Estado.

Para o ministro aposentado, Carlos Ayres Britto, o texto fere a constituição. “A redação do acórdão do Supremo Tribunal Federal é claríssima, não deixa nenhuma duvida interpretativa. Foi uma afronta direta à decisão do supremo e por consequência um desrespeito frontal a constituição federal no tema”.

Os deputados, Erika kokay e Maria do Rosário (PT), Glauber Braga (PSOL), Jô Morais (PC do B) e Barcelar (PTN) votaram contra.

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O QUE IMPORTA É O AMOR

De acordo com os últimos censos do IBGE, o perfil das famílias brasileiras vem mudando no decorrer do tempo. Há famílias cujo núcleo é formado por crianças de uniões anteriores, de pessoas sozinhas, casais sem filhos e uniões constituídas por pessoas do mesmo sexo. O Censo de 2010 enumerou 19 laços de parentesco, contra 11 do Censo de 2000, para que fosse possível cobrir todas essas mudanças. No próximo levantamento, o número provavelmente será ainda maior. Para nós, o que importa é o afeto que une as pessoas. 

Dilma Rousseff

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combatendo a homo-lesbo-transfobia

gay_churchA Organização das Nações Unidas e seus parceiros no Brasil republicaram uma versão revisada e ampliada do manual Construindo a igualdade de oportunidades no mundo do trabalho: combatendo a homo-lesbo-transfobia, um ano após sua primeira divulgação, em setembro de 2014.

O manual foi construído de forma participativa com a colaboração das Nações Unidas e mais de 30 representantes de empregadores, trabalhadores, governo, sindicatos e movimentos sociais ligados aos temas LGBT e HIV/AIDS.

“Um trabalho decente é direito de todos os trabalhadores e trabalhadoras, bem como daqueles ou daquelas que estão em busca de trabalho, representando a garantia de uma atividade laboral em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana”, diz o manual em sua introdução.

ARCOSDELUZ_ARTSLAO apoio à promoção dos direitos humanos é uma das principais missões das Nações Unidas no Brasil. Com isso, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids (UNAIDS) – com apoio de parceiros locais – têm, com esta iniciativa, o objetivo de contribuir para a construção de um país livre de discriminação, onde todos os seres humanos gozem de respeito e tenham seus direitos assegurados.

Faça download da nova edição do manual aqui.

O castigo do corpo gay!

tumblr_ln0s8lV0Ag1qe2nuzo1_500A apropriação de termos ofensivos é um dos pilares da cultura de resistência. A palavra “gay” era utilizada em tom pejorativo por significar “alegre”, para deixar claro que afrescura – ou “alegria” – não era um traço desejável em um homem. Como o machismo necessita da constante afirmação do masculino, transforma tudo que é afeminado – ou seja, gay – em algo desprezível, menor. Chega a ser irônico que a palavra usada para definir homossexuais seja essa…


Ser gay dói. É difícil. Apesar de impressionantes avanços dos últimos 40 anos, perceber-se homossexual ainda envolve muita negação e rejeição. Há o medo de contar para a família, o medo de passar a vida sozinho, o medo de sofrer com a violência das ruas, o medo do preconceito nos espaços de trabalho… Tudo isso parece passar quando vivemos o momento libertador de “sair do armário”, já que admitir essa identidade tira o peso do segredo, de uma dor solitária. Acontece que esse “assumir-se” é uma resposta à pressão social por uma definição. Por mais gostoso que seja, transforma-se em outro pedido desesperado por aceitação, como um “tá bom, sou isso mesmo, já podem me encaixar em X modelo de sociedade”. E não há nada de alegre nisso.

Seria natural que a “Comunidade Gay” fosse um paraíso de aceitação pronto para receber seus filhos, inclusive com as variantes que formam nossa sigla atual, ALGBTTIQ. Entretanto, não é isso que acontece. Ao invés de buscarmos o respeito à diversidade – que gostamos tanto de dizer ser nosso objetivo – seguimos na eterna busca da aprovação dos heterossexuais. Por sermos definidos como divergentes do “padrão de referência”, procuramos obsessivamente “nos desculpar pelo incômodo” e corrigir a nossa falha,  entrando num padrão definido para nós, por aqueles que nos rejeitam.

Alteramos nossos corpos.

tumblr_nlzxsufV1o1sjyue7o1_400“Gay” é um padrão que vai muito além de desejos sexuais ou de identidades culturais. É um nicho social que tem regras rígidas, reproduzidas quase sem pensar. Um “homem gay ideal” precisa ser melhor do que um heterossexual. Mais bonito, culto, bem cuidado, estiloso… É como se a “falha” da homossexualidade tivesse que ser compensada com uma série de qualidades fabulosas de anúncio de revista. Dentes brancos, cabelo liso e bem penteado, corpo sarado, porte atlético, barba desenhada porque a aparência masculina deve ser cultivada. Somos lindos e gays, mas apenas quando parecemos uma coleção de bonecos Ken!

A cada final de semana, as redes sociais são inundadas por milhões de fotos de homens gays, sempre exibindo a felicidade conjunta de festas e eventos badalados. É fumaça, bons drink com energético, corpos brilhando de suor e raios laser iluminando as pistas. Curiosamente, ninguém usa camisa. Somos lindos e nossos corpos conquistados à duras penas nas academias precisam ser exibidos. Ao que parece, é o único meio de sermos desejados e admirados. Validados pela luxúria alheia. Padronizados. Aceitos.

É o “bom estereótipo gay”, já que essa beleza branca e endinheirada nunca é questionada. O gay que incomoda é a “bichinha pão com ovo”. Os “machos sarados” são motivo de inveja entre homens HT e um desperdício na opinião das mulheres. Gordos “nem parecem gays”, e como não são aceitos pelo padrão vigente precisam criar um nicho próprio, a toca dos ursos. Negros são a minoria da minoria, transformada em um fetiche por pau grande.

Nesse mar de generalizações, só temos em comum o estigma da promiscuidade. Nossa liberdade sexual goza do sabor predatório que o machismo empresta à sexualidade de todos os meninos, com a vantagem de que nossos parceiros são nossos iguais, sem repressão. Talvez seja esse o nosso pecado imperdoável, que precisa ser coberto de culpa como forma de punição. Ao sermos reduzidos a nossos desejos sexuais, somos privados de nossa identidade e considerados um pouco menos humanos. Viados mesmo.

Esse castigo é doloroso porque não importa o tamanho do esforço, pois continuaremos à margem. Somos lindos, mas sacrificamos nossos afetos para manter um padrão inatingível, que nos oprime. Na busca por uma perfeição inventada, criamos outra coisa para rejeitar em nossos corpos e nossas subjetividades. Não há nada de alegre nisso… O que é TÃO gay!

Dando Pinta –  FABRICIO LONGO

Estudo – Artigo de Leandro Colling.

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TEORIA QUEER (Leandro Colling)

A teoria queer começou a ser desenvolvida a partir do final dos anos 80 por uma série de pesquisadores e ativistas bastante diversificados, especialmente nos Estados Unidos. Um dos primeiros problemas é como traduzir o termo queer para a Língua Portuguesa. “Queer pode ser traduzido por estranho, talvez ridículo, excêntrico, raro, extraordinário”, diz Louro (2004, p. 38). A idéia dos teóricos foi a de positivar esta conhecida forma pejorativa de insultar os homossexuais. Segundo Butler, apontada como uma das precursoras de teoria queer, o termo tem operado uma prática lingüística com o propósito de degradar os sujeitos aos quais se refere. “Queer adquire todo o seu poder precisamente através da invocação reiterada que o relaciona com acusações, patologias e insultos” (Butler, 2002, p. 58). Por isso, a proposta é dar um novo significado ao termo, passando a entender queer como uma prática de vida que se coloca contra as normas socialmente aceitas.

Neste sentido, um dos maiores esforços reside na crítica ao que se convencionou chamar de heteronormatividade homofóbica, defendida por aqueles que vêem o modelo heterossexual como o único correto e saudável. Por isso, os primeiros trabalhos dos teóricos queer apontam que este modelo foi construído para normatizar as relações sexuais. Assim, os pesquisadores e ativistas pretendem desconstruir o argumento de que sexualidade segue um curso natural. “Os estudos queer atacam uma repronarratividade e uma reproideologia, bases de uma heteronormatividade homofóbica, ao naturalizar a associação entre heterossexualidade e reprodução” (Lopes, 2002, p. 24).

O maior esforço de Butler, por exemplo, dentro dos estudos queer, foi o desenvolvimento do que ela nomeou de teoria da performatividade. “O gênero é performativo porque é resultante de um regime que regula as diferenças de gênero. Neste regime os gêneros se dividem e se hierarquizam de forma coercitiva” (Butler, 2002, p. 64). De uma forma resumida e incompleta, podemos dizer que a teoria da performatividade tenta entender como a repetição das normas, muitas vezes feita de forma ritualizada, cria sujeitos que são o resultado destas repetições. Assim, quem ousa se comportar fora destas normas que, quase sempre, encarnam determinados ideais de masculinidade e feminilidade ligados com uma união heterossexual, acaba sofrendo sérias conseqüências.

Apesar de unidos em uma série de aspectos, movimentos gays e teóricos queer nem sempre pensam da mesma maneira. Uma das tensões é a estratégia, adotada por muitos ativistas, de tentar demonstrar que os homossexuais são iguais aos heterossexuais, ou seja, de que todos são “normais”. Para Gamson, a política queer adota uma postura de não assimilação e se opõe aos objetivos inclusivos do movimento por direitos humanos gays dominante. “A política queer (…) adota a etiqueta da perversidade e faz uso da mesma para destacar a ‘norma’ daquilo que é ‘normal’, seja heterossexual ou homossexual. Queer não é tanto se rebelar contra a condição marginal, mas desfrutá-la” (Gamson, 2002, p. 151).

De alguma forma, esta tensão entre política queer e movimento gay fica visível na forma como os ativistas gays reagem a determinados personagens homossexuais nas telenovelas brasileiras. Em várias ocasiões, por exemplo, o Grupo Gay da Bahia (GGB) ameaçou processar os autores e a própria emissora em função da existência de personagens homossexuais afeminados e/ou caricatos. Em outras ocasiões, teceu elogios quando os personagens “pareciam normais”, sem afetações.

Entre os estudos queer, outro conceito importante é o de camp. Em seu clássico ensaio, Sontag oferece várias definições para esta expressão que ela considera “esotérica”. Para ela, falar de camp é falar de sensibilidade, o que é “uma das coisas mais difíceis” de serem realizadas. “Na realidade, a essência do camp é a sua predileção pelo inatural: pelo artifício e pelo exagero” (SONTAG, 1987, p. 318). A androgenia é considerada por Sontag como uma das grandes imagens da sensibilidade. “Camp é também uma qualidade que pode ser encontrada nos objetos e no comportamento das pessoas. Há filmes, roupas, móveis, canções populares, romances, pessoas, edifícios campy… Essa distinção é importante. É verdade que o gosto camp tem o poder de transformar a experiência. Mas nem tudo pode ser visto como camp. Nem tudo está nos olhos de quem vê” (Sontag, 1987, p. 320).

Lopes diz que, como comportamento, “o camp pode ser comparado com a fechação, a atitude exagerada de certos homossexuais, ou simplesmente à afetação. Já como questão estética, o camp estaria mais na esfera do brega assumido, sem culpas” (2002, p. 95).

Um cuidado conceitual a tomar é o de não associar diretamente o gay ao queer ou ao camp. “Ser gay é ter uma simples identidade; ser queer é entrar e celebrar o espaço lúdico de uma indeterminação textual” (Morton, 2002, p. 121). Apesar do rigor conceitual, a teoria queer pretende mais é provocar o estranhamento nas próprias formas de pensar, inclusive as acadêmicas e, talvez por isso, este texto seja muito pouco ou nada queer. Como diz Ed Coheh (apud Morton, 2002, p. 118), o slogan dos teóricos queer deveria ser: “fodemos com categorias”.

Referências Bibliográficas:

BUTLER, Judith. Críticamente subversiva. In:

JIMÉNEZ, Rafael M. Mérida. Sexualidades transgresoras. Una antología de estudios queer. Barcelona: Icária editorial, 2002, p. 55 a 81.

GAMSON, Joshua. Deben autodestruirse los movimientos identitarios? Un extraño dilema. In:

JIMÉNEZ, Rafael M. Mérida. Sexualidades transgresoras. Una antología de estudios queer. Barcelona: Icária editorial, 2002, p. 141 a 172.

LOPES, Denílson. O homem que amava rapazes e outros ensaios. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002.

LOURO, Guacira Lopes. O corpo estranho. Ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

MORTON, Donald. El nacimiento de lo ciberqueer. In:

JIMÉNEZ, Rafael M. Mérida. Sexualidades transgresoras. Una antología de estudios queer. Barcelona: Icária editorial, 2002, p. 111 a 140. SONTAG, Susan. Notas sobre o Camp. In: Contra a interpretação. Porto Alegre: LPM, 1987, p. 318 a 337.

Ótimo artigo para ajudar a entender melhor o universo Gay.

Fanzine A Mosca #12 – 15/12/2015

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A homossexualidade, é tão antiga quanto as populações humanas. Um grande estudo australiano, publicado em 2000, mostrou que sua prevalência em ambos os sexos é de, aproximadamente, 8%.

A literatura científica dos últimos 20 anos deixa claro que o comportamento homossexual não é mera questão de estilo de vida, está arraigado na biologia individual.

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PALPOS DE ARANHA!

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“O amor que não ousa dizer seu nome é o grande afeto de um homem mais velho por um jovem, como acontece entre David e Jônatas; é aquele de que Platão fez a base de toda sua filosofia; é aquele amor que se encontra nos sonetos de Michelangelo e Shakespeare”.

Oscar Wilde fazendo sua própria defesa no tribunal que o condenou a dois anos de trabalhos forçados, no final do século XIX, pela prática de sodomia com Lord Alfred Douglas, de 20 anos.

“Homens com homens/mulheres à margem” Paulo Azevedo Chaves, Misoginia

“O que ocultamos é o que importa, é o que somos” Lúcio Cardoso

“Sou a favor da obscenidade e contra a pornografia. O obsceno é franco, direto; a pornografia é o indireto, perifrástico. Acho que se deve dizer a verdade apresentando-a friamente, de modo chocante se necessário, sem disfarçá-la. Em outras palavras, a obscenidade é um processo purificador, enquanto a pornografia aumenta a sujeira”. Arthur Miller

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It’s raining men
Hallelujah it’s raining men, Amen
I’m gonna go out
I’m gonna let myself get
Absolutely soaking wet

It’s raining men
Hallelujah it’s raining men
Every specimen
Tall blond dark and mean
Rough and tough and strong and lean

It’s Raining Men – Gloria Gaynor

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CASTIGO DO CÉUS

Um rapaz estava em uma cama de hospital. Não tinha braços, pernas e nem orelhas. Era cego de um olho e comia por um tubo.

De repente, passa no corredor uma mulher gostosíssima e o cara berra com as poucas forças que tem:
Ô gostosa, que tal vir aqui e me fazer um boquete?

O pastor, ao ouvir aquilo o repreende e diz:
Meu filho, não devia dizer estas coisas. Deus castiga!

Ele vai fazer o quê? Me despentear?

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TUBARAO

mottaDescendente de negros praticantes da cabula, Waldo Motta passou os primeiros anos de vida na região de Braço do Rio, pertencente a Conceição da Barra (ES), município vizinho de São Mateus, para cuja sede se mudou posteriormente. Iniciou a carreira artística em 1979, com a publicação de plaquetes como Pano Rasgado (São Mateus: Edição do Autor, 1979), Os anjos proscritos e outros poemas (parceria com Wilbett R. Oliveira – São Mateus: Edição dos Autores, 1980), O signo na pele (São Mateus: Centro de Cultura Negra do Vale do Cricaré, 1981), As peripécias do coração (São Mateus: Centro de Cultura Negra do Vale do Cricaré, 1981), De saco cheio (São Mateus: Edição do Autor, 1983) e Salário da loucura (São Mateus; Vitória: Edição do Autor, 1984) . A coletânea desse período está em Eis o homem (Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida / Universidade Federal do Espírito Santo, 1987).

Mudou-se para Vitória na década de 1980, quando iniciou, e não concluiu, o curso de Comunicação-Jornalismo na Universidade Federal do Espírito Santo e trabalhou ministrando oficinas no Departamento Estadual de Cultura (DEC-ES). A segunda fase de sua poética se inicia nos anos 1990, com pesquisa autodidata de hebraico, cabala e numerologia, entre outros, culminando com a publicação de Bundo e outros poemas (Campinas: Editora da Unicamp, 1996), o livro que projeta o artista no cenário nacional e internacional, indicado ao Prêmio Jabuti de Literatura 1997[7] .

Indicado pelo Instituto Goethe, entre candidatos de 40 países, é premiado com uma bolsa de residência artística pelo Landeshauptstadt München Kulturreferat, na Alemanha, onde passa três meses, entre 2001 e 2002, na Vila Waldberta. Nesse ínterim, além de recitar poesias para alunos na Universidade de Munique, fez um curso básico de alemão, que lhe permitiu traduzir, da versão alemã para o português, o livro infantil Was ich am See zu sehen bekam, da escritora eslovaca Jana Bodnárová. Participou também, em 2002, do Programa Literário Writer-in-residence, na Universidade da Califórnia em Berkeley .

Publicou traduções próprias, do hebraico para o português, de partes da Bíblia, tais como: Salmos , 70[ , 82 e 110, além da narrativa cosmogônica inicial, em Gênesis . Essas traduções, publicadas recentemente, precederam a criação de poemas anagramáticos, que lhe renderam, entre outros, o livro Recanto – Poema das 7 Letras (Vitória: Ímã, 2002). Ministrou várias oficinas de poesia e teatro, principalmente na FAFI, antiga Faculdade de Filosofia de Vitória. Como resultado de algumas dessas oficinas, idealizou, montou, roteirizou e dirigiu o espetáculo Terra sem mal – um mistério bufante e deleitoso, com apresentações na capital espírito-santense ao longo de 2009, no Centro Cultural Majestic e Mercado São Sebastião. A peça teatral é baseada em um livro homônimo, ainda não publicado pelo autor.

Ainda em 2009, lança a segunda edição da coletânea Transpaixão, dessa vez indicada ao vestibular da Universidade Federal do Espírito Santo. Realiza palestra na Universidade de São Paulo em 2010, dentro do Programa Voz do Escritor. Em 2011, juntamente com Reginaldo Secundo e outros artistas e agitadores culturais capixabas, cria a Rede Caranguejo, um movimento de reivindicação junto ao poder público por valorização dos artistas e ampliação do mercado de trabalho cultural .

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Até mais ver!

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Pornografia vs. erótico

A história nos mostra que as culturas antigas não eram tão hipócritas quanto ao sexo, co478mo nós. As imagens, esculturas, documentos e outros objetos que recriam cenas de sexo encontrados na China, Índia, Grécia e outros percebem isso,  e nossos ancestrais da América do Sul não foram deixados para trás. 

Nas culturas pré-incaicas eles também descobriram muitas cerâmicas que mostram as cenas eróticas mais expressivos que chocaram mais de um puritano. Mas você pode qualificar estes como pornográficos simplesmente ou de qualquer maneira?, Por isso, sem dúvida, mereçe uma reflexão. 

Um artigo bastante acadêmica sobre o assunto.  Apresento Carlos Perez Jara, em seu estudo Pornografia ou erotica outro, publicado no The Catoblepas • 36 fevereiro 2005. 

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 Falar de erotismo, como pornografia, é um absurdo em termos gerais. Comportamento do homem é sempre muito maleável (dependente de regras, tradições, leis e comportamentos específicos) como a que agora se tornará o juiz supremo da humanidade. Cada civilização tem acolhido, como agora abriga exemplos de que a chamada erotismo pornográfico cuja raison d’etre na luxúria animais pura está oculta, independente de análises estéticas e teóricas estipulado nesta matéria, convertido pela sofisticação da mente humana em uma estrutura simbólica complexa de próprios desejos. Sob a clássica distinção entre as duas naturezas do homem, para ser parte de a baixeza e animais instintos sublimes e de, podemos dizer que a visão erótica, seja festivo ou artística (ou ambos) se confunde com o desejo corporal emanando de tantas obras de todos os tipos, na medida em que, como veremos abaixo, é impossível definir uma linha de fronteira entre o amor e as paixões sublimados recorrentes, habitada por pulsos “escuras” ainda irritar muitos. Também tentamos destruir o mito de uma possível inocência de erotismo pornográfico; ou seja, o mito de que, em comparação com (os puros, castos, homem imaculado impossível) corrompe pornografia inocentes virtudes humanas. Erotismo precisa do outro, aquele que parece a intenção provável do que você gosta ou qualquer definido que julgar necessários. Não, deixe inocência para que o tempo antes que Eva está prestes a morder a maçã de nossos infortúnios. Assim, nas próximas seções, vamos tentar descobrir as falácias em que se apoiaram a ideologia puritana e demagogo que fazem fronteiras nítidas entre pornografia e erotismo e bom e mau gosto

 Qual é o obscen07yAgai;v58sxo?

 Para lidar com o que popularmente conhecido como pornografia, é necessário estudar um de seus atributos inevitáveis: o obsceno. E, quase infalivelmente, se algo como pornográfico catalogado muitos é apenas para adicionar, e quem não quer a coisa, o selo escuro do sem-vergonha. Psicólogos atuais, não hesite em se esforçar para distinguir erótico obsceno, para o qual apelar para a semântica de cada uma das palavras. Obscenidade está enraizada no que é no palco (obcenus), que serve muitos para se pronunciar sobre o que não deve ser assim, por isso deve ser escondido, privado, não público, porque tal aspecto da revelação ocorre, aparentemente, um grande desgosto. Em seguida, afirmam que essa relutância é que atrai muitas pessoas, o que só serve para precipitar-los para o campo da psicopatologia moderna.”Temos de aceitar, então, o que já é comum, que a pornografia é obsceno e sexual obscenidade indecência é” iluminado muitos psiquiatras dizer hoje, Manuel Zambrano e outros. Infelizmente, essa indecência em sexo lembra nós, católicos preceitos das grandes virtudes do homem casto. E é que essas opiniões não são nada mas um conjunto complicado de absurdo com o qual, sob o famoso peso da ciência moderna, para situar as alegadas certas coisas que nem mesmo o iluminado se dão ao trabalho de definir, talvez, nós assumimos, porque o resultado desta definição não satisfazê-los, ou porque eles acham de acordo com seus próprios preconceitos com que lançou tiradas e homilias acima pseudocientífica cobrado arrogância inaceitável. O que é indecência, e ainda mais, e, especialmente, o que constitui indecência sexual? Se um respeito pelos princípios morais impostas é mantida, se nenhum destes princípios estabelecidos por cada comunidade humana não está danificado, como pode-se dizer que a pornografia é indecência? Que diz respeito à moralidade sexual, filha do conteúdo e estruturas políticas e sociais de um determinado Estado, em que sentido específico, entendemos isso? Ou, para ser mais específico, se é dito que o obscena está sujo quem define o que suja do que limpa, uma psicóloga, uma dona de casa, um filósofo bêbado? O que é sujeira? “Discutir a natureza eo significado da obscenidade é quase tão difícil como falar com Deus”, diz de qualquer forma, o escritor americano Henry Miller.


Nós, portanto, a acusação de que os críticos do ambiente de pornografia mover idéias confusas, se não deliberadamente torcida e adaptável às suas intenções. Para resumir o que pretendemos, o poeta e romancista Mario Benedetti, expressa com grande clareza: “Este critério é precisamente o perigo, uma vez que todos confiado à inteligência, sensibilidade e amplitude dos censores, a profissão não é geralmente eles elaboram a metade de um cérebro.A origem etimológica da palavra pornografia (grego para “porne”, isto é, prostituta, e “graphe”, isto é, descrição) justifica amplamente o primeiro significado do Dicionário da Real Academia Espanhola: “Tratado sobre a prostituição”. Mas quantos acusado de obras pornográficas caber dentro que significado? Provavelmente não. O segundo significado diz: “O personagem literária ou artística obsceno”. O perigo é para definir a fronteira, onde pontas soltas que limitar as artísticas e presumivelmente começa (não menos presumivelmente) a obscenos. “Como é óbvio, sobre a origem desta palavra, apenas tratados proselitismo real pode ser enquadrada dentro deste conceito.Mas que significado é usado para obscenidade nos leva, como pontas Benedetti, o objetivo censorious falamos antes, e que se baseia em conceitos vagos e nebulosos. Sob nível universal, modéstia torna-se tão livre como qualquer menção de honra, independentemente de quaisquer outros detalhes de importância: lugar, tempo, lei, regime político, revoluções …

Apesar de uma enorme quantidade de trabalho no qual ele alerta para o pensamento confuso de tantas mentes tímidas, ainda prevalece a idéia de que, enquanto o erotismo elegante e sublime, a pornografia tem uma natureza sórdida e injustificável. A prossecução destes indivíduos para destruir o que eles consideram como “decadência e depravação humana” tem, como se pode imaginar, não só muitas características de hipocrisia (como alguns daqueles iluminado com vocação de censura fazer nada, mas necessário, na sua vida privada, os mesmos produtos que o público em vilipendiar com indignação veemente), mas também de intensa ignorância sobre o conceito em si que tanto evitam a todo custo. A Igreja Cristã tem mais de dois mil anos usando essa estratégia: como relevantes, sob a ordem de seus ministros, não é tanto definidos como esconder, não apenas o produto ou atitude, mas a perseguir a própria palavra que os representa. Nada é mais adequado para os interesses de alguém que o que permanece em um, enevoado, definição vaga essencialmente maleável. Para fazer isso, agora não é duvidado um segundo é empunhando razões espúrias para o belo eo feio, inteligente ou desajeitado, tão casto e imundo. Na Igreja há muitos exemplos de teóricos da vida sexual de seus contemporâneos; uma delas é São João Crisóstomo, que ataca a relação de dependência emocional do casamento, estabelecendo que essa ligação é como uma prisão com uma ascensão é impedido até as alturas divinas. O homem casado está mais preocupado com os aspectos terrestres do sagrado ou divino.E São Paulo, em sua carta aos Coríntios, disse que o casamento era um refúgio do fraco para escapar das tentações da carne. Para contato físico Santo Agostinho com as mulheres homem apressa-se em um poço de degeneração espiritual, “Nada contribui tanto para derrubar a mente do homem a partir de sua cidadela como os agrados das mulheres. E que o contato físico sem a qual você não pode ter uma esposa. ” Sexo para este “santo” está associado a um propósito único jogador que nunca como forma de sublimar dormente ou obter um grau de purificação das paixões espirituais.

A Igreja construiu um conjunto de pilares bom crente sexualidade.Curiosamente, a proclamação da família como um “valor cristão ‘é um, os oponentes do casamento e sindicatos apegos terrenos importa muito mais moderno do que muitos pensam, como já foi refletido em algumas grandes padres da própria Igreja. Por esta religião positiva, tanto poder sobre o Ocidente, é aquele que tem uma maior presença nos costumes e rituais de muitos homens.Hoje, no entanto, a família se baseia quase como uma invenção católica, mas quando é mudar de rumo em sua política estabelecida. O Vaticano há muito exercido o trabalho do juiz espiritual e estética, porque de acordo com seus princípios qualquer coisa que vai contra Deus é, ou pode ser bonito, e, portanto, como vice e seres lascivos representam uma séria ameaça para o Supremo, estes mas são feio, horrível ou degenerada. Seria mergulho curioso sobre alegadas estética de certos poderes: a bela é a casta casta, porque é tão perto de Deus. Tais avaliações artistas contemporâneos tem coalhado em estabelecer que há uma união indissolúvel entre a ética (o que eles entendem por ética) ea estética. Um aspecto nada supérfluo, uma vez que grande parte censores com base empunhar quando alguma razão contra parte de um trabalho humano. O argumento é o seguinte: a beleza é apenas o produto de uma vida honesta.Infelizmente, se quisermos acreditar numa coisa dessas, só podemos dizer que a honestidade (ou castidade, ou que querem se unir a beleza como uma idéia supostamente objetivo) não é um acorrentado sob a beleza estética, nem mesmo para dizer o que Ele foi criado pela beleza (e que o próprio Kant afirmou em seupequeno ensaio sobre o belo eo sublime) ou se é um atributo essencial das virtudes humanas. Você está falando sobre a beleza física, uma obra de arte, ou sob que aspecto exatamente? E de qualquer maneira, o que significa bonito, especialmente em um trabalho, é sem dúvida um reflexo da virtude moral ou ética alegadas? Ética e estética são dois loops juntos por acaso na história.

A partir da influência poderosa do Vedanta na Grécia, com base em um desprezo para os sentidos como parte do véu de Maya, ao pensamento de Platão, segundo o qual percepções sensoriais, mas sombras na caverna atravésprogressus permitir-se o mundo arquetípico e eterno das Idéias, às mudanças nas doutrinas da Igreja Cristã, mergulhada em sua própria maneira de platonismo ‘causa’, o uso da palavra imprudência tem sido extremamente variável. Regimes políticos e as suas próprias ideologias têm sido o foco da força de torcer essa idéia também tentar vendê-lo como algo universal. No entanto, ao longo da história, muitos escritores e filósofos têm sido descritas como sem vergonha, avaliação, repetimos, que tem variado dependendo do país e da época em que nos encontramos: a trilha é muito longa, certamente, e ele destaca alguns escritos ambos os libertinos de Ovídio, que não gostava muito do Imperador Augusto, Roma ansiosos para impor um novo modelo de virtudes (que terminou, é claro, bater os excessos de sua própria família, e em particular a sua nada casta filha Julia, que teve de finalmente banir uma ilha), para Boccaccio e seu próprio trabalho, mesmo o modernismo de James Joyce, com as passagens de Ulysses, onde é tão pequenos temas escandalosos “recatada” então, como adultério. São bem conhecidos casos de censura imposta várias fórmulas políticas, catalogando certas obras como “repugnante”; tal é o caso, por exemplo, o poema muito famoso As Flores do Mal, Charles Baudelaire, um daqueles poetas que decidem converter a confusão maldita quase generalizada.E parece que o que, em certas autoridades políticas e religiosas, se destina a proteger não só a conservação de uma ordem estabelecida. Isso é o curso moral que segue como uma cota de malha, não tanto para suprimir completamente o comportamento e as ações que penaliza a enquadrar dentro das margens estreitas de uma exclusão permanente. Seria interessante ver que o e-mail tem funcionado, e ele funciona, como resultado implícita de uma falsa consciência.

Como você disse Theodor Schroeder, obscenidade não está em nenhum livro ou representação, mas representa “uma qualidade de espírito que ler ou ver.” Pornografia, Deixando de lado o conceito vago de muitos sensores (sensores de fala e age como a mente de censura registra seu repúdio público a respeito de qualquer evento que ameaça a sua “escala de valores” não menos difusa) é e não tanto sobre as qualidades do objeto que é aplicado como na atitude dos juízes. Frase do cineasta americano Woody Allen que o erotismo é o outro pornografia é absolutamente exata, pois ele descreve esse fato, tão raramente mencionado, que é o censor que traz os atributos de obscenidade e não o objeto de desprezo. Esse objeto de desprezo não é (insignificante), mas porque, sem dúvida, consubstanciado na mente da sentença ou rejeitar uma série de idéias contrárias às defendeu esta mesma inquisidor. A este respeito, fala-se, hoje, que deve haver uma censura televisão, o que em muitos casos é devido à estupidez de alguns demagogos e, em outros, à ingenuidade de alguns bem pensante. A estupidez é de fato considerada universal orientar o que deve ou não deve ser encenado, como já foi discutido esta Gustavo Bueno sobre o “TV lixo”: como se eles incorporam a voz final e infalível falando em nome da empresa que age de decidir sobre o conteúdo. Por outro lado, a ingenuidade de alguns, porque, apesar de sua vontade de suprimir certos programas de TV, ou, pelo menos, para movê-los aos slots que não estão disponíveis para as crianças (como, aliás, é um pouco preocupante que Ao programar debates inteligentes das crianças consistem em cadelas medianas, escortes gays fofocas e irritado careca), eles vêem o fato de que a aplicação do inquisidor para esta plataforma teria que fazer muitas outras coisas, como emitido é difícil, se não impossível, para saber quando conclui a censura, e quando é ou não é necessária: é o velho problema de arrogar o poder de algo que parece assim como o fato de exercer a censura para o concreto significa imediatamente , para aplicá-lo para o geral.

Agora que nós dividido pornográfico prazo, com o uso público maioria entre os que forjaram uma idéia do que é essa palavra, vemos que o que é estabelecido por consenso (nenhuma idéia menos vago para permitir que os censores a tarefa de elucidar o que é obsceno) como coisa pornográfica é nada, mas o próprio fato de que representam formalmente os órgãos genitais humanos. É muito supérfluo dizer que a pornografia é um produto humano, por isso é bastante óbvio. O display, como encontrado em muitos documentários “animais selvagens” sexo explícito dois hipopótamos (quando empoleirado em um enorme e os outros se esforça para fazer o seu trabalho em uma lagoa), ou dois, ou cangurus o bom savana leão, não é, é claro, mas apenas algo pornográfico biológica: a sexualidade é revelado no nível puramente instintiva. E isso é fazer com que as possíveis intenções do obscena como alegado exposição, abertamente, dos órgãos genitais humanos, precisamos falar agora de modéstia, que também é próprio do homem. Desculpe modéstia humana do nosso corpo (em maior medida do que outros, é claro, e não em todos os lugares ou sob qualquer “cultura” da mesma forma) e é por isso que principalmente em países chamado primeiro mundo nós tendemos a acreditar que a modéstia é uma parte de nossa própria natureza quando não está consumado, mas o produto de uma sociedade em particular. Há muitas tribos da selva amazônica onde as mães ensinam seus filhos se masturbar, o que certamente aqui na Espanha, é visto por muitos com grande perplexidade, se não com repugnância absoluta. Queremos dizer o que muitas vezes tem sido sugerido: que a modéstia, como obscenidade, é senão uma concepção nebulosa, pois varia com o tempo e as estruturas sociais que os emprega.

Há muitos tipos de obscenidades que os homens para se qualificar. Expor graficamente (ou através de evocação literária de imagens) órgãos sexuais de funcionamento, tem servido, geralmente, para definir em relevo (agora que o tratado sobre a prostituição não vale a pena nós) o conceito de pornografia, bem como para diferenciar o erotismo. Assim, o erotismo, definida como o amor sensual, podem distinguir-se, por estes sensores mencionados, a outra palavra, pornografia, sob duvidoso que entre eles há um muro chamado sexo revelado.Os afrescos satíricos da Roma imperial, onde muitas posições contidas no avatars amorosas de homens e mulheres, agora considerados como uma “peça de grande valor artístico e histórico”, cenas engraçadas e curiosas de orgias humanos; No entanto, a partir da perspectiva do presente, eles nunca, ou raramente geralmente estimada como repugnante, repreensível, mesmo indecente, etc. Não só isso: ter gerado tal que despertam simpatia entre muitos casto, vendo os atos do passado, só pode ser reconhecida em los de alguma forma, especialmente na medida em que eles se sentem uma atração vergonhoso algumas fotos nuas, para os quais não hesitam em colocar as mãos sobre os olhos, mas, sim, deixando um buraco para continuar procurando. Como muito do mesmo com os epigramas de Marcial, que está sendo valorizado como um documento histórico (um afresco da vida diária Roman) não caia sobre eles qualquer estimativa pejorativo, mas, no máximo, ser concedido o estatuto de satírico ou impertinente. E, no entanto, quando olhamos para o passado em que tentamos ver as raízes do erotismo como um conceito, não podemos deixar de maravilhar-se com o facto de estes afrescos, esses livros e alguns graffiti de rua hoje seria desaprovada, considerado sórdido e estúpido, como descer a rua vestindo um amuleto de Príapo, um solo falo ao redor do pescoço.

Diffuseness não está sozinho no conceito de pornografia, mas também o erotismo que parece sofrer do mesmo mal que a outra palavra irmã. A distinção não é trivial, é claro, serve para perceber que as atribuições não são, a maior parte do tempo, mas arbitrária, dependente conteúdo moral, social e estruturas políticas. Cultura, descendente do reino da graça como saber qual o homem supera a natureza, gotas seu olhar benevolente para a “arte” do passado para que, com este, ou muito poucos (talvez no caso dos EUA, alguns republicanos tímida e hipócrita que enviar cobrir os seios das estátuas de seu espaço de trabalho) se atrevem a acusá-los de imoral, de “sujo” ou repugnante. De acordo com os princípios de que o erotismo é característico da arte, assim como os inúmeros exemplos de obras artísticas que foram classificados desta forma (deAs Mil e Uma Noites, através da arte do amor, Ovídio, a muitos outros ), e que a atividade pornográfica é o resultado de um comportamento evitável ou humano, o iluminado (que são pelo caminho, muitos hoje) têm atraído uma linha de bom gosto, a fim de discernir o que “é” de o que “deve ser”. O filme, literatura, pinturas, vamos testemunho constante de representações explícitas de sexo (como a coleção de desenhos de carvão vegetal por Pablo Picasso, ou a sua série de “violações”, como aclamado pela crítica), que, no entanto, e com base na estima pública concedida pela cultura mitológica em que estão inscritos, brilham hoje como literatura erótica, não pornô: são pinturas famosas por caráter Salvador Dalí ‘obsceno’, como no caso de o grande masturbador, ou esta série de desenhos muito explícitas de Picasso que abordam a sexualidade masculina tomando a forma mitológica de um touro.

Sob a acusação de nosso mundo, a pornografia não é geralmente considerada parte integrante de qualquer disciplina artística. Ele constantemente dito para representar o mau gosto, quando a verdade é que não só não explica o que se entende por tal coisa, mas também, essas duas palavras são dadas qualidades quase metafísicas, para criá-los como idéias que gravitam sobre uma consciência universal, um senso comum invariável. Atribuído a um produto humano (seja ele um filme, um livro, uma pintura, etc.) adjetivos bondade ou maldade de gosto, mas é voltar a esse campo o mais escuro de avaliações pessoais, que não se baseiam em critérios objectivos estéticos, mas A fim preconceitos moralistas ao redor da exposição e divulgação de questões que, aos olhos de muitos tolos, prejudicar a dignidade humana a se deteriorar. Mau gosto lá, não duvido, mas isso não requer somente a dizer se se trata de um “mau gosto” de um ou mais indivíduos, ou se é tudo ao mesmo tempo, mas também o que é ruim sobre para chamar bom, e quais são os critérios que tornam o ruim é insignificante em comparação com o que nós vendemos bem.Claro, o catolicismo tem pintado muito em todas estas considerações, como observamos anteriormente nas idéias de ordem e poder da Igreja, sempre atenta para governar a ética ea vida sexual dos fiéis. Chastities cinto moral ainda pregando o Vaticano, com seus pontos de vista alegres em vários aspectos, como o uso de preservativos (mesmo condenando-os em Africano contaminada por AIDS) ou relacionamento físico entre homossexuais (quem chamado vicioso), simplesmente entrar na configuração de uma certa ideologia que não tem conhecimento do fato de que, sob o reinado de Deus, mudanças e estimativas sobre vários assuntos têm mudado ao longo dos séculos, os tempos e os homens. E muito menos se nos referimos à moralidade imposta preceitos do Islã e os de um macho dominante, que decide sobre a vida ea obra de suas mulheres. Todo mundo sabe que o verdadeiro bem ea luta suicida em nome de Muhammad vai para o Paraíso, onde 73 virgens esperam por você tão bonita quanto servil. Hoje, essa mesma promessa sexo sobrenatural está instalado na consciência de muitos mutilados “mártires” que vêm para imolar porque Deus ajuda a sua causa. A maioria religiões positivas (cristianismo e islamismo) e controlar os instintos de seus seguidores através de a fórmula clássica, mas não menos útil, de recompensa e punição. O homossexual no cristianismo vai direto para o inferno quente, isso é inevitável. Em vez disso, o pai e fiel de sua própria esposa tem todas as chances de ir para o Céu.

Antropologia dedicou grande parte de seus esforços, a fim de ver os fatores sociais e políticos que determinam as diferentes funções da sexualidade humana. Desde o paraíso perdido de Margaret Mead e Adams e Eves samoano a sexologia moderna, defendida por feministas e ocioso ressentido, há uma longa lista de tratados sobre esses instintos que, quando aplicado a um zelo eterna (ou seja, o desejo de que não depende de qualquer época do ano), adquire uma dimensão gigantesca em cada sociedade política. Drives que controlavam todas as culturas, todas as tradições e cada regime estabelecido no poder, são, portanto, à mercê de critérios religiosos fanáticos, políticos moralistas, algumas multinacionais sem escrúpulos, células poderosas e interligados que mudam o sentido e conceito de palavras, a fim de manipular seu próprio capricho. E é que o sexo está inscrita no tecido social, e não como entendido na Polinésia, por exemplo, onde é considerado como essencialmente ruim e que não é neste conjunto. Mas se dentro de uma sociedade existem mecanismos de poder, então, não é razoável considerar que o controle do sexo como uma atividade social é controlar a vida dos cidadãos, dos consumidores?Ranking conotação religiosa puramente obscenas ou pecaminosas está em que a Igreja tende a acreditar que a vida sexual fora das regras estabelecidas por seus dogmas, mas é uma séria ameaça à sua própria estrutura. Silt, lama com a consciência moral do homem contemporâneo é espirrado faz muitas vezes se sinta envergonhado por esta manifestação dessas unidades referidas. No entanto, não podemos ficar apenas na esfera da Igreja Católica, temos de ir de ideologia e dogmas impostos sobre os políticos que planejam leis relevantes (sobre o aborto, casamento entre homossexuais, a pílula anticoncepcional, etc.) com os mandatos de grandes corporações, imersos no mercado efervescente, apenas estabelecemos padrões de comportamento continuamente sexuais estabelecidos.

E então o que é obsceno? A obsceno é popularmente sujo e imundo é tão repreensível, por isso é necessário para suprimir enquanto os políticos decidir no Parlamento que regulamenta certas relações, a Igreja abençoa os fiéis e contracepção condenado e multinacionais Nós vendemos a sua própria noção de pecados carnais, representados na televisão e comerciais como o fator constante de uma moda, um (sexual, que é) tentação de o produto para venda.De qualquer forma, então vamos lidar com o mercado de pornografia infinidade.Nota a este propósito que o obsceno é uma questão que agora está focado obsessivamente sobre sexo e circunstâncias: na nebulosa ideológica dizer ‘isso é obsceno “está a impor uma inevitável relação à etiqueta sexual. E eu me pergunto: é essa vinculação artificial do sexo algo obsceno que nasce espontaneamente? É razoável dizer não. E há mais ou menos interesses ocultos para atribuir a sexualidade atributos predefinidos humanos com que, em princípio a partir impor solicitações. Então muitos pensam que “pornográfico” é obsceno, obsceno como algo repugnante (o que é ensinado abertamente, “no palco”), a pornografia é nojento ou repugnante, ou simplesmente degradada. Foi construído um molde, uma máscara de infâmia. Quem construiu a máscara é complexa de discernir, como há poucos poderosos interesses los a esta: a Igreja, partidos políticos, certos grupos, algumas multinacionais e predatórias princípios do mercado livre. As grandes corporações enviar mensagens subliminares de modelos masculinos e femininos humano, padrões de comportamento e relação social: o sexo não é uma prioridade deste relacionamento? Como um exemplo de alvo, ea influência que têm os farmacêuticos, capaz de impor o que deve ser vendido para o mercado, não emitir qualquer finalidade pública, mas grandes remessas de um medicamento em stock e que têm sido conhecidos laboratórios investiu milhões de euros. Por exemplo, é bem conhecido que a tendência para fazer uma tragédia pública sobre a menopausa, quando eles são laboratórios que, por meio de publicidade visual seus “antídotos para a depressão entre as mulheres”, apenas levam muitos consumidores a comprar certa mulher biológica relacionadas a esta fase são produtos bem vendidos milhões de cápsulas hormonais, além de outros produtos no passado demonstrou que, não só não foram benéficas para seus corpos, mas também trouxe-lhes algumas doenças graves. No entanto, hoje esses centros de poder marcar o que deve ou não ser vendido, o que deve ou não deve ser feito, o que deve ou não ser dito. Interesses financeiros, estratégias políticas, zelo religioso (religiões positivas), todos esses elementos prima de um lado ou de outro, a fim de modificar as concepções maleáveis ​​apenas para seu próprio benefício.

 Qual é o erótico?david_scratch

Apenas confirmamos que algumas questões relacionadas ao sexo são controlados em grande parte por grandes centros financeiros e políticos, e estes são os seus próprios interesses e aqueles que marcam os papéis de cada mulher e de cada homem, no Ocidente.Naturalmente, é uma influência cuja origem não é espontânea ou cujo fundamento não conseguimos ver o fato de que nenhuma destas estruturas poderosas existir independentemente ou isolado, mas também são determinadas por causas reais, dentro nebulosas concêntrica ideológica. Não é tanto que encontra um big brother para controlar a vida sexual de cada indivíduo ea existência absoluta dos centros poderosos cujos objetivos são fornecer controle de ar, que finalmente alcançado em certos setores sociais. A sexualidade é uma das questões mais susceptíveis de serem tratadas, e falsificados. O mercado efervescente tem efetivamente espalhar mensagens contraditórias sobre questões de gênero. Tal como acontece com a obscenidade, núcleo sobre o qual gira os pensamentos de muitos conservadores que pregam o declínio do americano e europeu com base em seus moral frouxa, o erotismo está no centro da controvérsia porque, paradoxalmente, e Ao contrário de tão obsceno, chamado erótico tem um veredicto positivo ou favorável. Com particularidades relevantes, o fato é que, ao longo do século passado (e especialmente nas últimas décadas) promoveu uma sensação de erotismo que está conectado com o estudo de Nietzsche o apolíneo como a base de artes humanas. Eufórico contemplação da beleza tem feito sobre a fórmula mágica de Kultur alemã, as obras da antiguidade erótico tomar a virada porque erotismo vem como um produto de Eros, contemplação da beleza, que Não é assim com o que é chamado obsceno, que se torna parte do que supostamente vigilante contra a arte e cultura com um capital. O erotismo é o trabalho do artista, o criador reflete uma idéia pura que a arte não deve ser maculada pela assim chamada pornografia, descendente de volúpia. No entanto, como veremos em breve, essa menina (voluptuosidade) continua a ser filha de quem ele é, ou seja, de Eros, que tem o seu próprio sangue.

Como já mencionado, os 80 são os anos da proliferação maciça de vídeo doméstico, que impediu que muitos calvário de ir a um cinema X vestindo capa de chuva e óculos de sol. Em seguida, o vídeo se espalha californiano esporos como uma semente que inundaram o mercado, formando a base de um tipo de filmes que, ao contrário dos argumentos das obras de 70 mais ou menos forte, os quadros são quase inexistente. Ou seja, os filmes, agora alinhada com intensa comercial, de volta às origens do século XX, quando se mostrou cenas cujo objetivo era simples excitação sexual. Além disso, criou-se com quadros comuns e repetitivo automático universo em que atores americanos, construtores de robôs reais, brincam eternamente com esse tipo de loiras de silicone mover brinquedos como artificiais. Provavelmente este tipo de produtos tem contribuído para exercer e liquidar o prejuízo que a pornografia vigilantes contra a imaginação, enquanto o erotismo sublimado. Quanto a este último, podemos dizer que voltamos novamente às raízes do problema, ele não pressupõe erotismo como estimulação erógena, nenhuma fantasia maravilhosa da mente.É, antes, uma má alegada utilização de pornografia (do que é conhecido como tal, mas de acordo com quando e onde, você não acha?), O que levou a supor, como esses mesmos filmes 80 e 90 concentrar apenas sobre os primeiros aviões genitais, a pornografia não pode conceber qualquer imaginação: infelizmente para o espírito iluminado e censores, as obras acima mencionadas comoArabian Nights ou O Império dos Sentidos contradizer esta crença.

Mas se você ainda está resabiados recusamos a acreditar que há sexualmente explícitas obras onde o enredo é uma parte importante deles, somos categóricos exemplos de diretores como Tinto Brass, que tem levado muitas vezes os seus primeiros passos no gênero filmes como Calígula (1979), estrelado por Peter O’Toole; Valerian Borowczyk, com a sua famosa La Bestia(1975), fábula erótica real que explora a essência de certas combinações de teclas lado primitivo, reduzida pela civilização moderna à categoria dos problemas dos resíduos; Mario Salieri, aclamado autor que dirigiu peças onde a morbidade ea poesia se juntam para formar um link secreto, tal como seusContos Imorais (2001); Lars Von Trier, autor esnobe e avant-garde, que não só não hesitou em colocar uma cena pornográfica em seu famoso Os Idiotas (1998), mas tem também filmou uma série de filmes do gênero, ainda que de propagação e popularidade muito menor; Pierre Woodman, ex- “prodígio” da superpotência produção sueca privada, onde ele filmou obras de filmes X que quebram os preconceitos em torno de um mundo de camas e argumentos inválidos, que é formalmente demonstrada em obras-primas como The Pyramid ( 1996), filmado no Cairo e em história de detetive, ou o extraordinário Tatiana(1998), uma trilogia definido na Rússia de Nicholas II; também eles incluem autores como Andrew Blake, um especialista em transformar um filme de sexo explícito em uma fotografia mostra precioso delicado, como um anúncio de perfume, e leve, considerando que a pornografia deve ser brega ou por anos de força.

Uma conclusão37

 Em conclusão, só podemos destacar as falácias em que o pensamento ocidental moderno, cheio de preconceitos e manipulação da mídia com o qual ele estigmatiza o atual pornografia considerado obsceno se baseia, quando a verdade é que nenhum destes oponentes Você sabe o que constitui obscenidade, ou, em qualquer caso, que significa exatamente falar da Humanidade sobre a modéstia quando é meramente o resultado de cada civilização existente. Temos visto que estes mesmos iluminado, tranquilizado por membros idéia da cultura da Terra, dá um certo brilho ao erotismo, que não hesitou em definir a forma mais cortesia quando a verdade é que, mesmo neste caso, definir claramente o que é absolutamente precisão, o erótico; e muitas vezes ele fala do apelo erótico ao senso comum, como se uma tal designação cobriria a raça humana, independentemente da religiosa, social, político,. Nossa conclusão não deixa dúvidas: o erotismo existe condição como inevitável do homem, mas não é um conceito unívoco para o que pode ser dito para se manifestar da mesma forma em todos os lugares e épocas. Pornografia é muitas vezes definida como a representação formal de algum conteúdo explícito, mas essa descrição não esgota nem explicar nada fundamentalmente quando, a partir da Real Academia da Língua Espanhola, é que insistimos em dizer-nos que a pornografia é algo que é obsceno, carente de modéstia , precipitando-nos, mais uma vez, à dificuldade de origem, a nebulosa definição, no uso, por sinal, nunca foi poupado fadiga ao realizar ataques ferozes puritanismo recalcitrante.Naturalmente, a nossa posição é clara: a evocação ou indução de um certas sensações erógenas está ligada ao facto de certos conteúdos é, com efeito, explícita ou implícita, principalmente porque inquisidores mais velhos pornográfico, usando as mesmas estratégias com erotismo (isto é, falando em nome da humanidade, do senso comum) dizem-nos, para esmagar, contra o bom gosto ruim. Todos esses conceitos (pornografia, erotismo, obscenidade, bom e mau gosto) são tão relativo e, por vezes, tão difuso que essas empresas diatribe em nome da moral ou algo semelhante, mas são desculpa vulgar com que para impor a ordem conjunto de pontos de vista. Eles falam de bom gosto que sem tomar algumas precauções (como fizemos nós mesmos) são atraentes para os conceitos sublimes como a mesma idéia mitológica da cultura. E sabemos que, sob o maravilhoso reino da graça, monstro pornográfico é um mau sonho que você teve uma vez, o homem, mas que, no entanto, não tenho certeza como se livrar … se ele sempre quis.

Casamento coletivo gay em Maceió movimenta a segunda feira

 

Um é pouco, dois é bom, quatroze é bom demais!!! O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), por meio do projeto Justiça Itinerante, realizou um casamento coletivo homoafetivo nesta segunda (7), às 16h, em Maceió. A cerimônia reuniu pelo menos trinta casais na galeria de arte do Complexo Cultural Teatro Deodoro, localizado no Centro da Capital alagoana.

O casamento foi conduzido pelo magistrado André Gêda, titular da 10ª Vara Cível de Arapiraca e coordenador do projeto Justiça Itinerante.O projeto já viabilizou mais de 3 mil casamentos no Estado, somente este ano.

As comunidades interessadas podem solicitar e agendar a presença da Justiça Itinerante para a realização de casamentos coletivos por meio de associações, igrejas ou instituições públicas.Os custos cartorários são de responsabilidade das instituições solicitantes. Mais informações pelo telefone: (82) 4009-3162.

De acordo com o magistrado, a realização de casamentos homoafetivos é muito importante para a disseminação da igualdade na sociedade.”Devemos preservar a igualdade entre todos. Qualquer ser humano tem o direito de formar sua família, independente da sua orientação sexual”, afirmou.Felicidades aos noivos!!

Fonte: Casamento coletivo gay em Maceió movimenta a segunda feira – Direitos em Política no A Capa

Orgasmo no homem

download (1)O orgasmo masculino é um fenômeno fisiológico que também provoca reações psíquicas muito intensas. Saber compreender as características do orgasmo é particularmente útil na busca de um prazer compartilhado.

Nos homens, a excitação faz com que o fluxo sanguíneo chegue intenso ao pênis, causando endurecimento e aumentando a sensibilidade. A ereção, permite a penetração sexual. Quando o prazer é intenso e atingiu um clímax, o orgasmo é possível. O orgasmo masculino é geralmente acompanhada de ejaculação. No entanto, deve notar-se que a ejaculação não significa automaticamente que tem havido um orgasmo. Além disso, o orgasmo masculino dura 4-6 segundos e pode ser sentido e experimentado mais ou menos de forma intensa.

A freqüência cardíaca e respiração acelera, e dependendo da intensidade do orgasmo, o homem pode sentir uma onda de prazer por todo seu corpo e até causar tremores.Ejaculação termina a penetração e a ereção de seu sexo. Orgasmo provoca um poderoso influxo hormonal, que consiste principalmente de hormônios do prazer que informam o corpo que está cheio e satisfeito. Então ele  experimenta uma sensação de prazer sereno. Um tempo de recuperação pode ser necessário.

É possível para um homem para retardar a ejaculação e, assim, prolongar o seu prazer, a fim de aumentar a intensidade de seu orgasmo. Falamos então de injaculation. Com a prática, o homem pode segurar sua ejaculação. É também necessário que ele esteja ciente da existência do seu períneo e conhecer um pouco de músculo para a prática com sucesso da injaculation

Também é possível para um homem experimentar vários orgasmos através dos poderes da próstata, um importante ponto erógeno para isso e necessário excitar manualmente ou usando um vibrador próprio para esse fim (Um massageador de próstata). O orgasmo causado por uma anal-fits-dildomassagem da próstata pode ser especialmente intensa e causar ondas de prazer durante vários minutos.

Traduzido byPhil – bibamagazine.fr