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Deputado alerta que sistema prisional está à beira de um colapso
Gilsinho Lopes disse que a situação no Iases também é grave e cobrou informações sobre internos vítimas de queimaduras na Unai

Livia Francez

07/05/2013 17:48 - Atualizado em 10/05/2013 10:53


O deputado Gilsinho Lopes (PR) voltou a cobrar explicações sobre os adolescentes internados em três hospitais da Grande Vitória, em estado grave, em decorrência do incêndio ocorrido na Unidade de Atendimento Inicial (Unai), no último dia 26. Durante um tumulto, os adolescentes recolhidos naquela unidade colocaram fogo em colchões e roupas, o que provocou queimaduras graves em nove internos. 

 
O parlamentar disse que os adolescentes ainda estão internados com queimaduras graves, mas isso não vem sendo divulgado pela Instituto de Atendimento Socioeducativo (Iases). No entanto, informações extra-oficiais dão conta que, dos nove adolescentes internados, dois foram liberados e sete permanecem internados nos hospitais Dório Silva, Dr. Jayme Santos Neves e o particular Vitória Apart Hospital (todos na Serra). Desses sete internados, pelo menos quatro correm risco de morte e estão internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
 
Gilsinho também salientou que as unidades de internação de adolescente não têm grupamento de intervenção para conter rebeliões e motins. Em caso de tumulto, os servidores não têm preparo suficiente para fazer a contenção. Por força de lei, a Polícia Militar também não pode intervir. 
 
O deputado salientou, ainda, que está fazendo visitas em todos os setores do Instituto de Atendimento Socioeducativo (Iases) e da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) no sentido de produzir um diagnóstico do sistema carcerário e socioeducativo do Estado. “Estamos à beira de um colapso no sistema penitenciário capixaba”, alertou. 
 
Unai 
 
A Unai opera em situação precária há vários anos, com fugas constantes e motins. Antes do tumulto do dia 26 de abril, houve outro que culminou com a fuga de dez adolescentes em janeiro deste ano. Eles pularam o muro e deixaram a unidade. No momento da fuga, a unidade tinha 138 adolescentes em um local com capacidade para 68. 
 
A unidade só pode abrigar adolescentes por, no máximo, 72 horas até a apresentação em juízo. Por isso, não há qualquer atividade para os jovens, que ficam o tempo todo em celas sem qualquer atendimento pedagógico. 

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