'Vai ter que ser uma eleição sem retrovisor'

Lelo Coimbra garante empenho em eleger Rose de Freitas ao governo e fala do confronto com Casagrande

Presidente estadual do MDB e um dos principais incentivadores da candidatura à reeleição do governador Paulo Hartung, o deputado federal Lelo Coimbra precisou correr atrás de nova acomodação na disputa deste ano após a reviravolta do último mês que sacudiu o Estado. Aliado histórico do governador, acabou no palanque da senadora Rose de Freitas (Podemos), a quem ajudou a desidratar no MDB em nome do então projeto palaciano de manutenção do poder. Apesar das antigas divergências, porém, Lelo garante empenho em eleger a ex-correligionária, que irá para o confronto, principalmente, com o ex-governador Renato Casagrande (PSB). 

Nesta entrevista, ele analisa os palanques da majoritária e fala dos "chapões" das proporcionais, que exigiram longa e barulhenta negociação entre as lideranças políticas do Estado.

 

2 Comentários
  • Marcelo Zanuncio Gonçalves , quinta, 09 de agosto de 2018

    O jornalista Rogério Medeiros está fazendo uma análise errada, a Rose de Freitas não tem apoio de prefeitos, pelo contrário os prefeitos estão em baixa e vão procurar se aproximar de quem está na frente das pesquisas, esse candidato é Renato Casagrande. Quanto a Lelo Coimbra, está igual cachorro que caiu do carro de mudança, perdido. Casagrande não olhará pelo retrovisor, não precisa e não é sua prática, igual Lelo e PH fizeram a partir das eleições de 2014, e hoje estão cheios de medo. Lelo hoje está totalmente sem discurso, ainda mais que foi líder do governo Michel Temer, e terá que prestar contas a população capixaba. Outro análise de Lelo é dizer que PH não queria o quarto mandato, mentira, correu das eleições porque sua derrota era iminente, pior do que disputar e perder é correr da disputa, na verdade PH se acovardou.

  • LUIS FERNANDO NOGUEIRA MOREIRA , sexta, 10 de agosto de 2018

    Casagrande não olhará pelo retrovisor para perseguir seus adversários, pois está em um nível de consciência muito mais elevado que a maioria dos políticos. No entanto, é preciso, sim, olhar pelo retrovisor para tomar pé dos compromissos firmados pelo atual governo que irão comprometer, por décadas, as finanças do Estado. Não estou falando apenas das renúncias fiscais, mas de obras inacabadas, falta de investimentos nas áreas sociais e municípios, infraestrutura, e na qualidade do serviço público. Esse governo desastroso criou muitas caixas pretas que terão de ser abertas.

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