E será que o rádio tem futuro? Será que ouvintes aumentarão, ficaram estacionados ou diminuirão? O rádio, a cada dia que passa, perde sua essência: divertir e informar. Ou o jargão: música, esporte e notícia.
Com o advento da internet e da migração do AM para o FM, o rádio se perdeu no conteúdo, ou seja, não há mais conteúdo. Não mais notícia, não tem mais esporte e muito menos utilidade pública.
Agora, praticamente, só tem FM e, cada vez mais, sofríveis em sua programação. Se a tendência de programação são essas músicas chatas, funk, pagode, sofrência, e se isso for a cultura do país, então o rádio acabou de vez.
O que acrescenta à juventude brasileira esse tipo de música? Alegria? Identidade? Nada! No rádio de hoje não tem informação, não tem utilidade publica e muitíssimo pouco esporte.
Talvez o rádio se transforme na utilidade dos radioamadores, servir realmente para alguma coisa. Já foi o tempo do rádio ser um poder. Não é mais. Ledo engano!
Muito difícil escutar rádio hoje, como antigamente. Se bem que não tinha internet. Será esse o problema? O investimento em uma rádio não compensa mais hoje em dia. O retorno é fraco. Seu principal esteio de faturamento, o governo, deu as costas para o rádio.
Não sei sobre as comunitárias. Merecem um estudo melhor. Tem as estatais, mais do que nunca tentando sobreviver, embora tenha algumas no velho estilo. Heroísmo! E eu pensava lá atrás que o rádio nunca morreria e estava enganado.
E olha que passamos 52 anos nos dedicando integralmente a este veiculo
PARABÓLICAS
Agradecendo as manifestações de bom ano dos verdadeiros amigos do rádio e da TV. O mesmo a todos.
Recebemos a visita de Nero Neto no fim de ano para colocar a conversa em dia.
Nossa mensagem de ano novo no Youtube recebeu um bom número de views.
O mesmo nas mensagens nos demais sites da Internet, como o Século Diário e o Sim Notícias. Obrigado e feliz Ano Novo!
MENSAGEM FINAL
“Após a queima de fogos,
Estrelas voltam ao brilho,
Vida que segue”.
(Edson Kenji Iura)