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Pré-candidato do Psol em Vitória defende debate e rejeita ‘DNA de Bolsonaro’

Gilbertinho Campos, que disputará a prefeitura, é uma das lideranças do movimento negro no Espírito Santo

Gilbertinho Campos, liderança e ativista do movimento negro no Espírito Santo, pré-candidato do Psol à Prefeitura de Vitória nas eleições de novembro deste ano, defende um amplo debate para desmascarar a extrema direita, que segundo ele usa o artificio criminoso das fake news para demonizar os movimentos sociais. Ao mesmo tempo, rejeita “qualquer apoio ou aliança com partidos com o DNA de Bolsonaro, que não querem dialogar”.

O nome de Gilbertinho foi escolhido nessa final de semana, à unanimidade, reunindo as correntes que compõem o partido no Espírito Santo, além de militantes independentes, como ele próprio, que é ativista do Instituto Elimu e coordenador nacional do Círculo Palmarino, dois importantes núcleos de defesa do movimento negro.

Apoiaram a pré-candidatura conhecidas lideranças do Psol no Estado, como André Moreira, ex-candidato ao governo em 2018, e a ex-deputada estadual Brice Bragato, com quem Gilbertinho é casado, da Aliança Popular Socialista (APS), Brigadas Populares, Primavera Socialista, Liberdade e Revolução Popular, entre outras.

A partir desta semana, o Psol inicia o trabalho de consolidar as estratégias de campanha, dentro das normas do calendário eleitoral, por meio de redes sociais e contato direto com a população. “Será uma eleição muito nacionalizada”, comenta Gilbertinho, ressaltando que o alvo é desconstruir as ações da extrema direita.

“Estamos sintonizados com o povo”, diz Gilbertinho, e destaca que Vitória é uma cidade dividida. “De um lado, um padrão europeu, de outro um igual aos lugares mais pobres do mundo, onde a presença do Estado é mínima”, acrescenta.

O pré-candidato frisa que o Psol pretende colocar essas questões a descoberto, por meio de um “debate transparente e em nível elevado. “Sem baixarias, porque o povo não merece baixarias”.

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