Este é o lugar

Dos dois lugares, diariamente, se veria o sol se pondo para lembrar que o dia sempre vai embora, que o tempo passa e que a vida é pra ser bem vivida...

Que falar sobre mídia nada! Falar de comunicação, pra quê? Hoje prefiro falar de um projeto que, ultimamente, anda rondando meus pensamentos.
 
É de morar em um local nas montanhas, bem lá no alto, mas se não encontrar serve um situado à beira mar. Como sou capixaba, penso nestes dois extremos naturais.
 
Mas se for na montanha, um casebre cercado de bambus, com uma pequena área para plantar; de um lado, verduras; do outro, plantas.
 
Sem querer assustar, na entrada teria que passar pelo cão fila alemão chamado Renê, correndo solto pelo arame especial que desliza de um lado ao outro. Sua casinha de cachorro fica lá mesmo. É o guardião.
 
Nos fundos, um alpendre simples com fogão a lenha, só para dar aquele cheiro de fumaça de roça na casa. Sem TV, sem fone, sem PC, nada. Sala simples, uma varanda pequena, com cadeira de balanço. De vez em quando, sair mata adentro, procurando paca, tatu; cotia não!
 
Vez por mês descer até a pequena vila para comprar o necessário. Dentre isso, pilhas (para lanterna), livros, velas e fumo de rolo (para dar umas pitadas); aguardente da boa, além do que comer. Muito pouco. Não tem estrada e sim caminho para chegar.
 
Se é à beira mar, a caminhada diária na areia, pés na água e a ajudinha na puxada da rede com os maratimbas. Nada de luz elétrica e muito menos água quente para tomar banho. Embora o fogão de lenha fique sempre aceso, nem se for com brasas. Se quiser ferver um chá colhido na mata?
 
Só uma coisa moderna deveria ter nas montanhas ou à beira mar. Um rádio a pilha. Não era para ouvir notícia não. E sim escutar esses locutores que gostam de uma prosa e uma música sertaneja; tanto no final do dia, como no início dele.
 
Pronto! Perfeito. Vida vivida. Amizades que foram feitas no trabalho de mais de 50 anos, família constituída, dever cumprido, consciência tranquila. A companhia e a proteção de um cachorro, de um radinho a pilha… e talvez dela. Não sei se toparia.
 
Lá fora, um pequeno altar que é para agradecer a Deus pelos presentes dados e que a gente reconhece. Dos dois lugares, diariamente, se veria o sol se pondo para lembrar que o dia sempre vai embora, que o tempo passa e que a vida é pra ser bem vivida… E nada mais.
 
 
PARABÓLICAS

Tem uma coisa interessante no site da Rádio Cidade Rock: mostra os programas diários, fotos, esquemas.

Retornando de merecidas férias o melhor editor, locutor, operador, Juninho Victor.
 
Os ouvintes da Rádio Globo Rio estranham sua nova programação. Era uma rádio movimentada.
 
A FM Líder já teve os melhores locutores da capital em seus quadros. Jô de Souza, Toninho Portes, Neko Ferreira e Carlos Vítor são alguns deles.
 
 
MENSAGEM FINAL
É de sua alma que cada um tem de cuidar, não de seu corpo. Isso tem de ser repetidamente aprendido”. 
Marcus Aurelius
 
 
 

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