Reminiscências

Desde época de Hitler que a propaganda funciona e não funciona

Desde época de Hitler que a propaganda funciona e não funciona. Às vezes, agências especializada se deparam inaptas a fazer a propaganda de algum lançamento. Mas propaganda é um conceito de “todo dia e sempre”. Por exemplo. As Casas Bahia ainda não estavam em solo capixaba. Mas o consumidor daqui se sentia comprando nas Casas Bahia. Isto devido à sua propaganda varejo nacional, que era veiculada aqui, via rede nacional.
 
Outro dia estava assistindo à propagada da Coca-Cola. Vejam bem. A Coca-Cola Company faz propaganda há mais de um século. E olha que nunca vendeu varejo, que é uma prática proibida para eles. Mais que um preço, existe o prazer de beber. E vocês já viram alguma propaganda da Coca-Cola onde aparece alguém morrendo de sede ou em algum deserto? Também não. Não é esse o negócio da Coca-Cola.
 
E veio a banda inglesa Rolling Stones. É outro show de propaganda. Virou lenda, como a Coca-Cola. Mais da metade das multidões que invade os shows da banda inglesa o faz em função da propaganda do que do som deles. Gente que nasceu e cresceu ouvindo falar nos Rolling Stones. O que é isso? Propaganda!!! Muitos conhecem a língua vermelha, a logomarca dos símbolo dos Stones, do que os próprios componentes da banda de rock, liderados pelo bom velhinho Mick Jagger
 
Quem soube explorar a propaganda em função própria até pouco tempo foram os Estados Unidos. Até a tragédia das Torres Gêmeas soou como uma “propaganda” para eles. Hollywood pode ser considerada a maior agência de propagada de todos os tempos. Eles foram bons nisso até os japoneses os ultrapassarem. Hoje, o Ocidente pende para o Oriente em tudo. Até em propaganda. E mais, usando a mente e a espiritualidade.
 
(texto escrito orinalmente em 2006)
 
PARABÓLICAS
 
A repórter que a Gazeta usa para fazer a “chamada” do jornal de domingo é engraçada no vídeo. Da mesma maneira que fecha os olhos ao falar, ela os abre exageradamente em seguida.
 
Os manifestantes da era PT seguem à risca a política anti-imprensa do partido. Descem a lenha nos repórteres.
 
Muito confusa a transição da Rede Aleluia nas rádios da capital. Muda muito a frequência de atuação. Mas vai estacionar logo.
 
A Gazeta dispensou os serviços dos diretores Antônio Camilo e Fábio Ruschi. Falam de um enviado da Rede Globo para assumir os postos.
 
MENSAGEM FINAL
Para mim, o inferno, como disse Dostoievski, é o sofrimento de não mais poder amar Frei Betto
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