Uma análise

Algumas emissoras, aquelas que detêm alguma ou boa audiência, dedicam-se pouco à situação do país

Falemos de programação de rádio nos dias atuais. Acho que algumas emissoras, aquelas que detêm alguma ou boa audiência, dedicam-se pouco à situação deste país. Estaria exagerando se elas falassem de política ou de economia?
 
Na maioria desse tipo de rádio, em todo Brasil, quando tem alguma informação, vem na forma de esporte ou de fofoca de artistas. A situação do país exige uma informação mais responsável das emissoras, independentes da linha musical que elas carregam, nem que fossem poucos minutos por dia. O povo não precisa somente de diversão, e sim de informação. O povo precisa se orientar. Se não é através do governo, que seja através de rádio.
 
Lembro que, antigamente, existia uma norma obrigatória das emissoras de terem um X de tempo de informação e de executar X por cento de música nacional. Hoje o que vemos é uma programação mal cuidada e cheia de vícios. Continuamos com locutores medíocres em ação, a sua maioria.
 
Para se ter uma ideia, as maiores redes de rádio do Brasil têm em suas programações somente músicas estrangeiras, ou somente humor, ou esporte, ou também somente notícia. Nada disso tem um funcionamento pleno. Pior de tudo é o funk.
 
Mas acho que estou enxugando gelo. Na verdade, deveria existir um grande debate nacional de comunicação, principalmente sobre esses assuntos. 
 
PARABÓLICAS
 
Parabéns a Miguel Trés e equipe. A Antena 1 está em sexto lugar no geral e primeira no segmento no ultimo Ibope.
 
O futebol da Rádio ES está muito incrementado. Cobrem tudo que podem e com equipe energizada. Parece coisa de Buery.
 
Por falar nisso, nosso ex-colega de rádio, Hideraldo Gomes, também participa da equipe da Rádio ES como convidado.
 
Mexeram em algumas partes da Lei dos Radialistas, que envolve também a televisão. Suprimiram alguns pontos já em desuso no dia a dia.
 
Geiza Lisboa é uma boa e bonita promessa no rádio do Estado. Ela está atualmente na Nova Onda, de Nova Venécia.
 
MENSAGEM FINAL
 
Fazer grandes coisas é difícil; mas comandar grandes coisas é ainda mais difícil. Friedrich Nietzsche
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