'Você pode fazer tudo ouvindo rádio'

Sem modéstia, o rádio ainda é o veículo mais importante em relação à concorrência

A Gazeta fez uma matéria sobre o rádio. Talvez para “vender” mais um dos produtos da empresa, mas no fundo foi uma matéria interessante, principalmente para quem gosta desse veículo.
 
A reportagem entrevistou alguns ouvintes. Dessas entrevistas apareceram verdadeiras pérolas. Uma disse que em meio aos afazeres domésticos aumenta o volume do rádio para dar um “gás” no trabalho.
 
A matéria quer dar importância não só ao veículo em si, mas ao aparelho, que continua ativo na maioria dos lares do país, embora o streaming seja a opção da internet.
 
O melhor da reportagem foi quando uma ouvinte deu uma boa definição do rádio (veículo). “Sei que tem o spotify, mas rádio (aparelho) fica mais próximo de nós”
 
E outra boa. “A televisão nos prende, o rádio nos deixa livre. Você pode fazer tudo ouvindo rádio”, disse uma ouvinte. E é verdade.
 
Quando estive por seis anos nos Estados Unidos, consegui fazer uma análise da audiência do americano. Ele só liga o rádio no carro, assim mesmo para saber da previsão do tempo, que lá é violento.
 
Com isso, ele escuta a programação enquanto estiver ao volante. As distâncias são grandes e ele pode ouvir música, notícia e saber sobre o tempo. A indústria automobilística investe no aparelho. Conhecedores dos hábitos dos americanos, os carros já saem de fábrica com rádio.
 
O rádio, aparelho ou no veículo, ainda é o mais importante perante todos os outros concorrentes que vieram depois, até da internet. Sem modéstia!
 
PARABÓLICAS
 
Jorge Buery deixou a Gazeta, mas continua ativo. Atua em equipes de rádio ou TV cobrindo todos os esportes, como sempre fez
 
Parece que a crise atingiu também as agências de propagada. Notamos os comerciais pobres em produção. O custo deve estar bem baixo. Ainda tem a veiculação etc
 
O nosso preclaro José Carlos Correa continua escrevendo bons artigos em A Gazeta. É patrimônio do grupo Lindemberg
 
Outro dia vi João Luiz Caser na rua. Caser é remanescente do grupo que criou a então nova Tribuna e ficou até hoje. Os seus pares saíram todos.
 
MENSAGEM FINAL
 
O homem nasce com as mãos fechadas, mas agoniza com as mãos abertas, porque, ao entrar no mundo, ele deseja agarrar tudo, mas ao deixá-lo, não leva nada consigo. Talmude (livro de doutrina e jurisprudência)
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