Disputa ao Senado deve ser decidida no 'corpo a corpo'

Contarato, Magno Malta e Ricardo Ferraço são os principais concorrentes da disputa para as duas vagas

O delegado Fabiano Contarato (Rede) está a um passo de levar a disputa ao Senado, deixando os candidatos à reeleição Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PSDB) brigando pela segunda vaga, com o tucano seguido de perto pelo candidato do PPS. Marcos do Val. A definição para as duas cadeiras virá no “corpo a corpo” nesta reta final da campanha. 

Esse quadro é mostrado em pesquisa de intenção de votos do DattaMarketing publicada nesta quinta-feira (4) pelo jornal A Tribuna. O cenário mostra uma curva ascendente de Contarato, principalmente, e Marcos do Val, e queda de Ricardo Ferraço com maior intensidade, e, em escala menor, Magno Malta. 

A situação de Ricardo Ferraço é mais complicada, mesmo com o apoio do deputado estadual Amaro Neto (PRB), por ter marcado o seu mandato alinhado ao empresariado, distante da classe mais pobre, detentora do chamado voto silencioso. 

É justamente nessa área que Magno Malta tem seu maior reduto eleitoral, com destaque para os evangélicos, que ainda se encantam com o discurso em defesa da família e dos bons costumes. Marcos ganhou, na última semana, o apoio do ex-governador Renato Casagrande (PSB), resultando em crescimento rápido junto ao eleitorado. 

No levantamento espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Fabiano Contarato aparece com 17,49%, quatro pontos à frente de Magno Malta, que atingiu 13,38%, enquanto Ricardo Ferraço tem 7,96%, empatado tecnicamente com Marcos do Val, com 5,25%. 

Já na estimulada, com apresentação dos nomes dos candidatos, há um empate técnico entre Magno Malta (31,61%),Ricardo Ferraço (30,21%) e Contarato (29,47%). Marcos do Val fica com 17,73%. E Célia Tavares, do PT, aparece com 7,22%. 

No mesmo levantamento, o candidato do PSB ao governo do Estado, Renato Casagrande, aparece como vitorioso ainda no primeiro turno, com 50,08%, assumindo o segundo lugar Carlos Manato, do PSL, com 11,17%, e Rose de Freitas (Podemos) em terceiro, marcando 8,7% do votos. 

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