Momento político: eleições 2018

Os analistas de Século Diário, Rogério Medeiros e Roberto Junquilho, avaliam os resultados do pleito

 

O Momento Político desta semana analisa o cenário depois das eleições 2018 na visão dos jornalistas Rogério Medeiros e Roberto Junquilho.

NOTA DA REDAÇÃO: O deputado federal Lelo Coimbra (MDB), ao contrário do que foi citado no vídeo, não obteve 45 mil votos, e sim 52,7 mil. Mesmo assim, não foi reeleito, devido à regra do sistema proporcional. 

2 Comentários
  • Marcelo Zanuncio Gonçalves , terça, 09 de outubro de 2018

    Esse fenômeno eleitoral que excluiu várias figuras importantes da política nas eleições de 2018 foi geral no Brasil todo, exemplos de Dilma Roussef, Eduardo Suplicy, César Maia, Eunício Oliveira, Roberto Requião, Beto Richa e muitos outros, inclusive o Ricardo Ferraço e Magno Malta no ES. Essa decisão do eleitor reflete a sua inteligência e compreensão dos acontecimentos, e coloca essas figuras políticas proeminentes por muitos anos como os responsáveis da atual situação do país. Voltando o olhar para o ES, o eleitor deu um voto de confiança ao governador eleito Renato Casagrande, ele terá que ser muito mais que um político qualquer, terá que trabalhar muito e ser transparente com a população, não só apresentar resultados com obras, mas também com atitudes que venham a atender os novos rumos que a sociedade anseia. Acredito que Casagrande está sintonizado com essa nova realidade política, e a sociedade sendo comunicada, saberá ajudar o governador trilhar os melhores caminhos.

  • Marcelo Zanuncio Gonçalves , terça, 09 de outubro de 2018

    Complementando o meu raciocínio do comentário anterior, entendo também, que se o eleitor pudesse nas urnas votar nos atuais juízes, promotores, desembargadores, ministros do órgãos judiciários e eleitoral, auditores dos tribunais de contas dos municípios e estados e ministros do tribunal de contas da união, e também altos servidores do Congresso Nacional que aparelharam o Estado para lhes garantir altos salários e benefícios legais e ao mesmo tempo imorais, teriam em sua grande maioria muitas dificuldades de passar pelo crivo do eleitor, devido aos altos valores que recebem do Estado e o pouco serviços que prestamos para a sociedade. O nosso país está mudando e todos tem que entender que não dá mais para a sociedade bancar tamanho gastos se os serviços essenciais não estão sendo prestados de forma satisfatória.

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