Sergio Majeski perde a presidência da Comissão de Educação

Não é a primeira vez que o deputado é preterido de ocupar espaços no legislativo

O deputado estadual Sergio Majeski (PSB) não será o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, como era esperado no mercado. A comissão será presidida por Vandinho Leite (PSDB), tendo como vice Lorenzo Pazolini (PRP). 

Minutos depois de o presidente da Casa, Erick Musso (PRB), anunciar a formação do colegiado com Dary Pagung (PRP), Renzo Vasconcellos (PP), Sergio Majeski (PSB) e Vandinho Leite (PSDB), o vice-presidente Marcelo Santos (PDT) anunciou uma nova composição, com Dary Pagung (PRP), Emilio Mameri (PSDB), Lorenzo Pazolini (PRP), Sergio Majeski (PSB) e Vandinho Leite (PSDB).

Mas não foram apresentadas justificativas para a reformulação, que deixou de ter quatro deputados de partidos distintos para ter cinco deputados de apenas três partidos, o que acabou favorecendo a eleição de Vandinho Leite (PSDB) e Lorenzo Pazolini (PRP) para presidência e vice-presidência, respectivamente.

“Foi tudo muito estranho. Na primeira composição, tinha votos suficientes para assumir a presidência da comissão. De repente mudaram toda configuração, de tal forma que não tivesse mais votos. Foi muito estranho como isso aconteceu. Mas ao mesmo tempo fico tranquilo, pois não preciso de comissão para fazer um bom trabalho, disse o deputado Sergio Majeski. 

Ele se refere ao mandato passado, quando não atuou em nenhum colegiado da Casa, por uma manobra do governo Paulo Hartung. Desta vez, porém, a expectativa era outra. Além de ser do partido do governador Renato Casagrande, o deputado é responsável por ter realizado um importante diagnóstico da Educação no Estado, servindo inclusive de base para o secretário da Educação, Victor de Angelo.

"Quem quer trabalhar de verdade, quem tem compromisso com a sociedade, independe de comissão", enfatizou o deputado.

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2 Comentários
  • Guilherme Henrique Pereira , terça, 05 de fevereiro de 2019

    O Brasil vive hoje um momento que certamente se inscreverá entre os mais obscuros de sua história. Está sendo caracterizado pela imposição do "É proibido pensar", se insistir estará fora da possibilidade de comando de qualquer coisa. Cabe aos eleitores entender isso e buscar corrigir rumos nas eleições.

  • Juan Carlos Galante , quarta, 06 de fevereiro de 2019

    Eita! Não se preocupa não Majeski. Por que não o colocaram como Secretário da Educação, embora o magistério tenha feito até abaixo-assinado pedindo ao "novo" governo a sua nomeação? Por quais motivos não o quiseram? Agora essa daí. Mas como o povo diz: __ "Há males que vem prá bem". Temos oposição na ALES e os estudantes, os professores e grande parte da sociedade gritam: __ Oba!

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