Vitória e Presidente Kennedy são destaques no ranking do PIB no País

Vitória caiu do segundo para o terceiro lugar no levantamento do IBGE divulgado nesta sexta-feira

O município de Presidente Kennedy, sul do Estado, que era o 17º colocado na relação do Produto Interno Bruto (PIB) per capita no País em 2016, subiu para o 4º lugar em 2017, registrando R$ 292,3 mil. Entre as capitais, também no ranking per capita, Vitória caiu do segundo para o terceiro lugar, atrás de Brasília e São Paulo. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (13) o PIB dos Municípios Brasileiros 2017, elaborado em parceria com os órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). 

A pequena cidade capixaba ficava, até 2017, com a maior fatia dos royalties de petróleo, perdendo, desde o final de 2018,  para o município de Marataízes, segundo as alteração nos critérios de distribuição impostos pela agência reguladora. 

Segue em segundo lugar, mas, apesar de tanta riqueza, apresenta um baixo nível de desenvolvimento, com muitos bolsões de pobreza. Os três municípios capixabas permaneceram entre os 100 maiores em relação ao PIB: Vitória, 42º, Serra, 48º, e Vila Velha, 90%, embora todos tenham perdido posições no ranking.

As informações trazem detalhamento sobre a participação dos municípios no PIB nacional e de seus respectivos estados, além do PIB per capita dos municípios e de informações sobre os três grandes setores da atividade econômica, indústria, agropecuária e serviços.

Em 2017, sete municípios somaram 24,4% do PIB do Brasil e 13,6% da população: São Paulo (SP) com 10,6%; Rio de Janeiro (RJ) com 5,1%; Brasília (DF) com 3,7%; Belo Horizonte (MG) com 1,4%; Curitiba (PR) com 1,3%; Osasco (SP) com 1,2%; e Porto Alegre (RS), com 1,1%.

Os 69 municípios com os maiores PIBs representavam, aproximadamente, metade do total (49,8%) e um pouco mais de um terço da população do País. Já em 2002, apenas quatro municípios somavam quase um quarto da economia nacional. Já os 1.324 municípios de menores PIBs responderam, em 2017, por cerca de 1,0% do PIB do país e por 3,1% da população brasileira.

A análise da distribuição do PIB por concentrações urbanas arranjo populacional com mais de 100 mil habitantes, reunindo uma ou mais cidades com alto grau de integração, devido aos deslocamentos para trabalho ou estudo, permite verificar que ¼ da produção econômica do País em 2017 estava em apenas duas delas: São Paulo, capital, 17,3%, onde se situa, entre outros, o município de Osasco, e Rio de Janeiro, com 7,7%.
 

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