Magno Malta já escalou a filha para assumir seu legado. Resta saber se ela virá ao Senado ou à Câmara…

Um vídeo gravado nesse final de semana e publicado nas redes sociais após evento do PL Mulher do Espírito Santo, reforça o que já vem circulando no mercado: o senador Magno Malta escalou, para valer, sua filha mais velha, Maguinha Malta, para iniciar carreira política e assumir seu legado. “Costumo dizer que você é meu Eliseu. Na hora que eu subir, minha capa vai ficar com você”, exalta o senador ao lado dela, que responde: “Já tomei posse da missão, vou pra cima!”. Magno também introduz o discurso que vai propagar nesse projeto, com frases em referência à filha como “cresceu na luta”, “não se acovarda”, “sede de justiça e “enfrentamento aos covardes”. Maguinha, inclusive, já desfila com pose de candidata. Tem feito ações e defesas sistêmicas das bandeiras bolsonaristas e marca presença, com microfone na mão, pelos territórios do PL no Estado. O embalo dos uniformes, explorado por Magno, também já tem seu lugar. Os dois aparecem no vídeo com uma camisa escrita “Déboracracia’ e com desenho de um batom, em referência ao caso da cabeleira presa no atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O nome de Maguinha surgiu nas atuais movimentações da disputa ao Senado, campo hoje congestionado para as duas vagas que serão abertas, fazendo companhia na lista do PL ao deputado federal Gilvan da Federal e Callegari. A depender dos arranjos, pode tentar a Câmara. Mas, de fora das Eleições 2026, é que ela não deverá ficar, como indicam todos os sinais.
Campo aberto
Do trio do PL para o Senado, como se sabe, Gilvan da Federal tem a dianteira, como anuncia o partido há dois anos, inclusive com lançamentos de pré-candidatura. O deputado estadual Callegari, por ora, parece que não entrou de vez nos futuros planos eleitorais. Veremos os próximos capítulos!
Tabuleiro
Se o partido conseguir abocanhar uma cadeira em 2026, terá duas junto com Magno, já que as vagas em disputas são de Fabiano Contarato (PT) e Marcos Do Val (Podemos), ambos candidatos à reeleição.
Missão
O Senado é estratégico para o PL e Jair Bolsonaro, que têm como metas fazer a maioria do plenário e ameaçar a governabilidade do presidente Lula em um eventual segundo mandato. Outro ponto é a possibilidade de abrir pedidos de impeachment contra os ministros do STF, alvo eterno da extrema direita.
Campanha
O caso da Débora virou tema da luta bolsonarista no País em favor da anistia. Ela estava presa por escrever “Perdeu, mané” na estátua que fica em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro. O ministro Alexandre de Moraes substituiu o regime fechado dela por prisão domiciliar.
Campanha II
Ainda nessa “pegada”, os bolsonaristas se reunirão em frente à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (1º), às 8h, para” rezar um terço pela libertação dos presos políticos e pela justiça”, como circula em convites nas redes sociais.
Novela
Março chega ao fim e nada, ainda, das definições das comissões temáticas da Assembleia Legislativa, uma situação jamais vista por aqui. Esta semana sai, finalmente? Já são quase dois meses de atraso…
Novela II
Nesta segunda-feira, a sessão, novamente, foi devagar, quase parando. Ficou concentrada em oba-oba de troféu, acabou cedo, e a pauta segue assim, arrastada! Que coisa!
Confetes
O tal troféu foi destinado pela União dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), em decorrência do projeto Arranjos Produtivos, idealizado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), já em campanha para 2026. A concorrência foi em dezembro do ano passado, mas só agora efetivada a entrega, com a presença da presidente da Unale, a deputada estadual pelo Rio de Janeiro, Tia Ju (Republicanos).
Nas redes
“Há 61 anos, o Brasil passava por um dos momentos mais tristes de sua história: o golpe de 1964 que implantou a ditadura militar e instalou o terror em solo nacional. Momentos como aqueles, de torturas, assassinatos, perda da liberdade de expressão e da democracia nunca podem ser esquecidos para que jamais sejam repetidos. Ditadura nunca mais!”. João Coser, deputado estadual pelo PT.