Meninos no trabalho doméstico.

828607Nikkole Paulun, de Michigan, nos Estados Unidos, ganhou fama no Facebook por ser criticada por ensinar seu filho de 6 anos,Lyle, a fazer serviços de casa. Sim, é isso mesmo que você leu!
 

“Eu ensino meu filho a cozinhar e fazer tarefas de casa. Por que? Porque esse tipo de trabalho não é apenas para mulheres”, escreveu Nikkole. Nas fotos postadas pela mãe, o menino aparece lavando louça, cozinhando e levando a roupa para lavar.
 

“Ensino isso a ele porque ele vai viver sozinho, um dia, e precisa saber lavar roupa e não comer em delivery todos os dias. Porque um dia ele, seus filhos e sua mulher vão precisar dividir tarefas da casa. Porque eu vivo em uma geração que reclama que a escola não nos ensina a cozinhar, lavar roupa ou pagar contas. Por ensinando o meu filho a fazer essas coisas e ser um membro produtivo da sociedade, dentro e fora de casa, começa COMIGO”, afirmou.a-pedagoga-karina-bataglia-mae-de-giovani-5-anos-e-lucas-13-1346350879848_615x470
 “Meu filho nunca será muito ‘macho’ para cozinhar ou fazer as tarefas de casa. Ele será um homem gentil, que pode lavar sua própria roupa. Lembrem-se pais, um homem que acredita que não deve cozinhar ou limpar a casas um dia foi um menino que nunca foi ensinado a fazer melhor que isso”, completou.

 O post já foi compartilhado por mais de 57 mil pessoas, mas enquanto Nikkole recebeu muito apoio, também foi acusada de “destruir a heteronormatividade”.

Alguns comentários também disseram que Nikkole trata seus filhos como “escravos”. “Você também vai ensinar sua filha a fazer o trabalho no quintal, trocar um pneus, típicas atividades que só homens fazem?”, provocou um rapaz.
 

“Sim. Minha filha vai aprender tudo isso. Ela é apenas muito jovem para fazer qualquer coisa. Eles estão crescendo me vendo fazer essas coisas sozinha. Sou mãe solteira”, devolveu Nikkole, que é conhecida nos Estados Unidos por ter participado do programa 16 and Pregnant, da MTV.

Fonte: Vírgula UOL

Descobrindo ser eu!

tumblr_m1ewz5nwet1qzan69o1_500Quando eu estava descobrindo e me permitindo a masculinidade, fugia da ideia de SER HOMEM. Mudei de nome e pedi para as pessoas me tratarem no masculino. Na minha cabeça eu já vivia um gênero masculino, mas não me sentia bem para conversar sobre isso. Em parte porque era novo, me assustava, e também porque se alguém perguntasse – e perguntaram – eu não saberia falar sobre meu gênero.

Bem, o tempo passa e as pequenas (e as grandes) burocracias da vida vão pedindo para você se definir melhor. Já não dava para eu ficar dizendo que eu era um sapatão por aí. Até que uma amiga me disse “Bi, pode falar que você é homem, cara, não é assim, você não vai fazer “omice” homemmulherpor isso”.

Era exatamente isso. Tinha medo de me transformar em uma pessoa desrespeitosa depois de tudo que já tinha passado como mulher nesse Brasil. Tenho pouquíssimas referências de homens legais. Sendo bem sincero, a maioria são idiotas. Os homens que conheço são pessoas desrespeitosas, sem cuidado consigo e com o espaço em que circulam. Só consegui liberar minha masculinidade quando conheci um grupo de bichonas. Essas gays eram estilosas, andavam em bando, se ajudavam e tinham todo um humor bicha que aprendi a amar e reproduzir. Elas me ensinaram o pajubá* e a tratar toda e qualquer pessoa por “BI”. Homens legais? Tive que ver para crer. Só consegui entender e libertar minha masculinidade depois desses encontros. Por quê? Por que eu percebi na prática que ser homem não era um caso totalmente perdido.

Me acostumei com a ideia de uma transição de “sapatão masculina” para “bicha afeminada” e pouco tempo depois me declarei (e me aceitei) como  homem trans.

Na medida do possível, fui me dedicando ao desafio de construir minha masculinidade e ao mesmo tempo lidar com as dificuldades mil de ser #transvivo nesse mundo. Porém, quando recebi a notícia de que no Rio de Janeiro 33 homens estupraram uma mulher, entrei em choque. Foi inevitável questionar novamente se “ser homem” é ser um idiota que subjuga e viola as mulheres?

Bem, a masculinidade hegemônica autoriza os homens a uma série de atrocidades, o estupro é uma dessas facetas. Essa cultura dominadora está na publicidade dos desodorantes FOR MAN, na propaganda de carro e nos espaços considerados “de homem”. Esse modo de pensar dita o que é ser homem (e, consequentemente, o que é ser mulher).

O problema é que ao longo da minha transição fui consumindo cada vez mais cultura masculina e com isso veio um monte de valores que me fazem vomitar, tal qual o banheiro masculino. Primeiramente, essa cultura não me considera nem gente, nem homem. A gente já sabe, mas vale lembrar: a sociedade pune quem escapa da regra mulher-vagina e homem-pênis. Ademais, o machismo reduz a mulher a um útero ambulante e reserva a elas (e a quem mais o machismo considerar mulher) o espaço da submissão – a que/quem? Exato, ao pênis do homem.

Então, quando alguém esfrega na minha cara a minha própria genital como empecilho para ser homem, concluo: o problema não é ser mulher, o problema é a transfobia. O problema é esse jeito nojento de nos obrigar a ser quem não somos.

33 homens estupraram uma mulher. Não tem como não lembrar da mulher que fui, não tem como não perceber, hoje de outro ângulo, como os homens assediam as mulheres em espaços públicos em plena luz do dia ou no aperto do metrô.

Eu tenho peito pra ser o que eu quiser, meo amor, e é com esse corpo de vagina e seios que eu quero/preciso construir com meus iguais uma nova masculinidade. Precisamos de masculinidades não idiotas. Tenho plena convicção de que se eu dançar conforme o baile da cultura do machismo, vou ser só mais um homem idiota nesse mundão. Mas pra quê? Para lutar por pseudo-cidadania? Se acham que tenho pênis me respeitam, quando descobrem que eu tenho vagina me oprimem. Oi? Que cidadania é essa?

Além disso, a macheza é infantilóide. É baseada na desconexão da pessoa homem com o resto do planeta, ela naturaliza a dominação do homem sobre a mulher (e demais gêneros), e portanto não existe nada de novo em ser homem e idiota. Mesmo. E como faz para não ser? Não sei, mas o único caminho que vejo parte do respeito às mulheres, começando inclusive pela mulher que fui. A minha caminhada só tem sentido se for em sintonia política e afetiva com as mulheres. Já fui mulher, hoje sou #transvivo. Para se ter um futuro possível: RESPEITO ÀS MULHERES JÁ!

*Pajubá: idioma próprio das travestis.

Publicado pela coluna Os Entendidos, na Revista Fórum, em 21 de junho de 2016

FANZINE A MOSCA #16 – 15/10/2016

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A famosa língua do The Rolling Stonevocesabias foi criada em 1 970 por encomenda ao design John Pasche. Ela foi originalmente concebida comrolling-stoneso um símbolo anti-autoridade e sexy mas, com o tempo, acabou virando símbolo da banda.

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A banda Rolling Stones nasceu em 1962 e, em 1969, um ano crucial na história da música, assumiu o manto e a coroa de maior entidade de espetáculos ao vivo de rock and roll. Neste ano, sua turnê triunfante pelos Estados Unidos desencadeou uma tempestade que lhes deu combustível até os anos 1980.

Depois de um período sombrio, voltaram ao palco em 1989 e gastaram a maior parte das duas décadas seguintes fazendo turnês pelo mundo e reafirmando constantemente o seu lugar na história.

Impossível esquecer seu impressionante catálogo de discos. Beggars Banquet, Aftermath, Exile on Main Street e Some Girls são apenas alguns exemplos de obras atemporais e qualquer uma delas, por si só, poderia ser considerada uma façanha capaz de definir uma carreira. O fato de cada uma marcar um momento significativo ao longo da carreira de espetáculos teatrais de um único ato é mais uma prova da grandeza dos Rolling Stones. Eles também cultivaram muitas imagens: bad boys, aristocratas internacionais, exilados e drogados, a velha guarda e o grupo a ser batido.

Diante de todas as oposições e obstáculos, muitos dos quais criados por eles mesmos, os Rolling Stones sempre saíram vitoriosos. Este livro,Rolling Stones: 50 anos de rock, publicado pela Escrituras Editora, é uma história sucinta de sua atividade desde 1962 e esclarece muitos eventos-chave e façanhas artísticas da “Maior Banda de Rock and Roll do Mundo”.

Valeria Menferto de Fabianis formou-se em filosofia pela Università Cattolica del Sacro Cuore de Milão. É especialista em edição de fotografias e criação de imagens. Em 1984, junto a Marcello Bartinetti, fundou a Edizioni White Star, empresa na qual assumiu o cargo de diretora editorial. Entre seus livros, a Escrituras Editora publicou Fidel Castro – História e Imagem do Líder Máximo; A Vida de John Lennon e Planeta Terra – 200 Lugares de Preservação Prioritária.

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EM PALPOS DE  ARANHA

A vida sexual de Mick Jagger continua a dar que falar. Uma biografia sobre o vocalista dos Rolling Stones dá conta de um caso amoroso com David Bowie, há 40 anos, revelando que eram «sexualmente obcecados um pelo outro», noticia o «Daily News».

A descoberta faz parte de «Mick – the Wild Life and Mad Genius of Jagger», livro biográfico assinado por Christopher Andersen, colecionador de escândalos noutras obras do mesmo género sobre Madonna, Michael Jackson, Jacqueline Kennedy e princesa Diana.

Segundo revela o livro, tudo terá começado em 1973, numa visita de bastidores que começou num grande abraço, quando Jagger era já uma estrela e Bowie, quatro anos mais novo, despontava no horizonte, escreve o «Daily News». Nesta altura, David Bowie triunfava em palco com roupas de nylon e pinturas corporais na pele de Ziggy – «The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars», o disco-sensação desse ano.

Passados alguns meses após o encontro nos bastidores do concerto de David Bowie, este e o seu produtor Ken Scott terão sido convidados para um concerto dos Rolling Stones, escreve o jornal «Daily News» no seu site, citando o livro. Um convite com direito a pagamento de quarto de hotel, para onde Mick Jagger terá enviado um ramo de rosas e champanhe acompanhados por uma mensagem: «Love, Mick».

A bissexualidade de David Bowie, que mantinha um relacionamento com Scott, era assumida. A Mick Jagger eram-lhe reconhecidas as loucuras, as inúmeras namoradas e a droga.

«Mick estava muito consciente que tinha de fazer o que fosse preciso para continuar popular escaldante. David era a coisa mais escaldante que havia na altura», diz Leee Black Childers, antigo presidente da MainMan, citado no livro.

A revelação deste caso amoroso – e escaldante – está exposta em vários excertos do livro.

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Certa vez, em 1967, Keith foi surpreendido em sua casa em Redlands, Sussex, por uma batida policial. Ele havia usado LSD e estava tão alterado que, quando os policiais chegaram, achou que eles eram duendes uniformizados e os recebeu na maior alegria, de braços abertos.

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Eu fui criado por uma uma bruxa banguela e barbada

Fui ensinado por meio de surras de açoite nas minhas costas

Mas está tudo bem, agora, na verdade isto é muito divertido

Está tudo bem, eu sou o vigoroso Jack Flash

É muito divertido, divertido, divertido

Jumpin’ Jack Flash                                                                               Jagger/Richards

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Ronald David “Ronnie” Wood é um guitarrista de rock and roll britânico, mais conhecido como ex-integrante dos The Faces e integrante, atualmente, dosThe Rolling Stones. Ron Wood manteve um longo e problemático relacionamento com o uso de drogas, tendo estado 3 vezes internado em clinicas de reabilitação.

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TUBARAO

42-61275739-952e6adc7481750798b0fed3cdd9f6e416e6c253-s900-c85Charles Robert Watts (nascido em Wembley, Inglaterra em 02 de junho de 1941), mais conhecido como Charlie Watts, é um músico britânico e baterista famoso pela banda Rolling Stones. Watts estudou na Croft Tyler Escola Moderna e na Escola Secundária de Artes Harrow.

Além do rock’n roll, tem forte influência no Jazz, como revelam os discos solos ao longo de sua carreira, iniciada quando tocava com a Blues Incorporated, em 1961 e, até hoje é considerado um dos maiores bateristas dos últimos 40 anos. Entrou como baterista no Stones em 1963, para substituir o antigo baterista Tony Chapman, posição que ocupa até os dias de hoje. Participou de todos os discos do grupo, ao lado de Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood. 

Baterista de jazz, apesar de sua banda tocar principalmente rock and roll e blues, tem na carreira paralela aos Stones diversos trabalhos solo e sua própria banda de boogie-woogie, “Rocket 88″, fundada no final dos anos 70 com Ian Stewart e Dick Morrissey. Lançou diversos trabalhos com o quinteto e até sua própria orquestra no final dos anos 80 e início dos anos 90, quando fez um tributo ao seu ídolo Charlie Parker, com Jim Keltner.

Em 2004 foi diagnosticado com câncer de garganta, e o tratamento durou seis semanas de quimioterapia, até que voltou a gravar, com o álbum “A Bigger Bang”, dos Rolling Stones, lançado em 2005. Nesse mesmo ano, quase perdeu a vida novamente, desta vez de um acidente de carro na França. Além dos discos com os Stones, Charlie tem uma boa lista de gravações a solo, desde o ano de 1987, com o Live at Town Hall Fulham (Charlie Watts Orchestra), até 2010 com “The Magic of Boogie Woogie”. 

O último projeto de Charlie, “The A,B,C&D of Boogie Woogie”, leva as iniciais dos quatro membros do grupo, Axel Zwingenberger, Ben Waters, Charlie Watts e Dave Green. A banda foi formada em 2009 e que rapidamente estabeleceu uma reputação para si mesmos na vanguarda da música Boogie Woogie. 

Em julho de 2012, a banda lançou um disco ao vivo, Live In Paris, que foi gravado ao longo de várias noites em setembro de 2010, em um clube de jazz em Paris, com uma mistura de temas originais, improvisações e blues com boogie woogie. Hoje, segue ativo ao lado dos colegas da banda Rolling Stones paralelamente à sua carreira solo.

Tags: Biografia | Charlie Watts

# Charlie Watts sempre foi o meu Stone favorito. Lembro que na primeira tour pelo Brasil, 18ª Tour mundial da banda (Janeiro de 1995), Já no Rio de Janeiro com o Maracanã lotado e toda emoção de estar diante dos deuses do rock. No momento que Jagger apresentou o Tímido Watts, a ovação foi gigante, tão grande que surpreendeu Jagger que foi até o baterista e o trouxe até a frente do palco, foram mais de 3 minutos de pura emoção.

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DEPOIS TEM MAIS

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Beijo gay do The voice Brasil.

o programa “The Voice Brasil” já está a todo vapor, vem aí novos nomes para a musica brasileira, em sua 5ª temporada, o programa estreou com uma grande surpresa para todos que assistiam: um beijo gay.

Alexey Martinez, um cubano que levantou a plateia e conquistou os jurados, fez uma verdadeira festa cubana cantando em espanhol, logo depois fez uma declaração de amor ao seu companheiro, correu para os bastidores e beijou calorosamente o namorado.

Curioso é que escolheu a homofobica Claudia Leite como mentora. o programa vai ao ar gravado mas o beijo não foi editado.  Se você não viu, assista aqui.

 

Beba Budweiser

Uma marca de cerveja apostou em um formato que vai na contramão dos concorrentes e mostrou um beijo gay no comercial da bebida em horário nobre da televisão brasileira.

Com o slogan “Não é sobre certo ou errado. É sobre fazer do seu jeito”, a campanha batizada de #DeixeQueDigam pretende provocar o consumidor a viver sem se preocupar com julgamentos.
 
O comercial foi veiculado para todo o Brasil durante o intervalo do Jornal Nacional.

 

A Capa

30 anos de TOP GUN.

topgunvolley17 de setembro de 1986 Top Gun desembarcou em nossas telas para o deleite de uma geração que nunca deixou de ver e rever esse culto liderado por Tom Cruise e assinado por Tony Scott.

A história de uma escola de pilotos da elite da marinha americana, onde romance e competição se misturam, uma trama recheada de feitiches, onde o corpo masculino enche de erotismo cenas que até hoje povoam o imaginário de gays. Uma sequência  marcante é quando os pilotos jogam uma partida de Volei ao ar livre e sem camisas. (Ufa).

Em uma analise feita por Tarantino no filme ” Sleep with me”, faz uma referencia ao icônico Top Gun. Em uma cena um dialogo entre os personagens deixa bem clara a visão Tarantineana do filme.  “Em um bom cenário, onde tudo repousa sobre a subversão.                                                                                                                                                             -Você sabe qual é o melhor roteiro já escrito em Hollywood É Top Gun (…) a história de um cara que luta contra o seu próprio homossexualidade. de um lado você tem Maverick (Tom Cruise), um cara que está sempre à beira do precipício. potopgunr outro, você percebe o Iceman (Val Kilmer) e seus amigos (…) eles estão lá para tentar Maverick em dizer insidiosamente:. venha, venha, se juntar a nós no caminho gay e então há Charlie (Kelly McGillis,) que simboliza a heterossexualidade e que lhe disse: não! Você tem de tomar o caminho “normal”, obedeça as regras.

A situação é clara, o filme brinca com o lado homossexual que existe em todo homem, e que se reflete na evocação exagerada do mito “Macho”, pura atração latente e quase nunca revelada, mas sempre manifesta em ambientes militares, em academias e esportivos.val-kilmer-in-top-gun

um filme homofobico? Não sei ! Seu final feliz, reproduz os paradigmas do roteiro hollywoodiano, mas levanta o véu sobre o olhar de um homem  sobre o outro. Em Top Gun as aeronaves vão membros fálicos e as cenas de voo coletivo  é como uma dança de sedução onde o gozo maior é ser escolhido como o melhor.

Veja “Top Gun” mais uma vez, e veja também “Sleep with me” Depois comente aqui com a gente sua opinião.

By Phil