PSL entra no jogo para eleger o presidente da Assembleia Legislativa 

As articulações entre o parlamentares eleitos favorecem o atual ocupante do cargo, Erick Musso

Um mês depois de eleitos, os 30 deputados estaduais intensificam as articulações para eleger o futuro presidente da Assembleia Legislativa, a ser empossada em janeiro de 2019. 

As conversas envolvem, também, o governador eleito, Renato Casagrande (PSB), por conta dos 18 partidos que o apoiaram na campanha eleitoral, muitos deles com representantes no Legislativo.   

Dono da maior bancada, com quatro parlamentares, o PSL, partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro, comandado no Espírito Santo pelo deputado federal Carlos Manato, toma a dianteira com o foco no atual  presidente, Erick Musso (PRB), visto no mercado político com amplas possibilidades de permanecer no cargo. 

Manato já colocou seu grupo em campo e conta, segundo o mercado político, com  o apoio do PSDB, que apesar de muito desgastado, possui três deputado eleitos e, além disso, se encontra em situação que não permite uma atuação isolada. 

Do lado do PSL, Capitão Assumção, coronel Alexandre Quintino,  delegado Danilo Bahiense e o apresentador de TV Torino Marques já estariam fechado com Erick Musso, eleito na mesma coligação, que inclui ainda o PR, que não elegeu nenhum deputado à Assembleia.

Esse bloco conta com os eleitos Marcos Mansur, Emílio Mameri e Vandinho Leite, todos do PSDB, formando um grupo de sete parlamentares, que será ampliado para a maioria dos deputados, de acordo com as articulações em andamento.  

Esse cenário é sinalizado por meio de apoios dos deputados eleitos Hudson Leal (PRB), Dary Pagung (PRP) e de outros partidos coligados na eleição de Renato Casagrande. 

O atual presidente da Assembleia Legislativa desfruta de uma situação confortável junto ao governador eleito, fortalecida depois que ele concordou em transferir para 2019 a Lei Orçamentária do Estado, evitando prováveis problemas nas finanças públicas decorrentes de previsão de gastos elaboradas pelo governo Paulo Hartung (MDB).  

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